Sou o sonho de humanidade que vocês esquecem: uma análise interseccional das opressões, a partir da poesia de Ana Mendes
O presente artigo trata da necessária revisão do cânone literário sob uma perspectiva interseccional, a partir da realização de rasuras no campo da representação. Defende-se o feminismo contemporâneo como um movimento de agência, apontando a intervenção política como uma de suas principais dimensões...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) |
| Repositorio: | Signo (Santa Cruz do Sul. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.online.unisc.br:article/15598 |
| Acceso en línea: | https://seer.unisc.br/index.php/signo/article/view/15598 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cânone Literário Escritoras lésbicas Feminismo lésbico subalternização |
| Sumario: | O presente artigo trata da necessária revisão do cânone literário sob uma perspectiva interseccional, a partir da realização de rasuras no campo da representação. Defende-se o feminismo contemporâneo como um movimento de agência, apontando a intervenção política como uma de suas principais dimensões, a partir do lugar de fala. Promove-se, assim, a autorrepresentação das mulheres lésbicas escritoras, que por muito tempo foram relegadas ao lugar da não representação. Como corpus literário, elege-se o poema sem título de Ana Mendes, mulher sul-americana e lésbica, através do qual se intenta analisar a pertinência de se compreender os atravessamentos, nas representações do presente, dos seres subalternizados e, portanto, desviantes da norma na dinâmica da sociedade branca cisheteropatriarcal. Para tanto, utiliza-se como arcabouço teórico: Butler (20170, Schmidt (2017), Spivak (2010), Berth (2017), Ribeiro (2018), entre outros. |
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