Comparative pathogenicity of bovine herpesvirus 1(BHV-1) subtypes 1 (BHV-1.1) and 2a (BHV-1.2a)1
O presente estudo teve como objetivo examinar a capacidade de duas amostras de herpesvírus bovino tipo 1 (BHV-1) de diferentes subtipos (amostra EVI 123/96: BHV-1.1; amostra SV265/98: BHV-1.2a) de induzir doença respiratória em bovinos. Estas duas amostras são representativas de subtipos de BHV- 1 p...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2004 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/78122 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/78122 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Rinotraqueite infecciosa : Bovinos Patogenicidade Bhv-1.1 Infectious bovine rhinotracheitis IBR BHV-1.1 BHV-1.2a Subtypes Pathogenicity |
| Sumario: | O presente estudo teve como objetivo examinar a capacidade de duas amostras de herpesvírus bovino tipo 1 (BHV-1) de diferentes subtipos (amostra EVI 123/96: BHV-1.1; amostra SV265/98: BHV-1.2a) de induzir doença respiratória em bovinos. Estas duas amostras são representativas de subtipos de BHV- 1 prevalentes no Brasil. Os subtipos das amostras foram confirmados por análises com anticorpos monoclonais e com enzimas de restrição. As amostras foram inoculadas por via intranasal em sete bezerros de três meses de idade (quatro com BHV-1.1, três com BHV-1.2a), soronegativos para BHV-1, sendo outros três animais mantidos como controles não infectados. Nos dois grupos de animais inoculados, os sinais clínicos observados foram consistentes com o quadro de rinotraqueíte infecciosa bovina (IBR), incluindo febre, apatia, anorexia, descargas mucopurulentas nasais e oculares, conjuntivite, erosões e hiperemia na mucosa nasal, dispnéia, tosse, estridor traqueal e aumento dos linfonodos retrofarín-geos, submandibulares e cervicais. Não foram observadas diferenças significativas entre os escores clínicos atribuídos aos animais nos dois grupos. Igualmente, foram similares as quantidades de vírus re-isoladas dos animais infectados, à exceção de uma diferença significativa na disseminação de vírus pelas secreções nasais, a qual foi maior nos animais infectados com BHV-1.1 nos dias 1 a 3 pós-inoculação. Após reativação induzida por corticosteróides, foi observado recrudescimento dos sinais clínicos, os quais foram também similares em ambos os grupos. Em conclusão, as amostras de BHV-1 dos subtipos 1 e 2a não apresentaram diferenças significativas em sua patogenicidade sobre o trato respiratório nos animais inoculados, tanto após a infecção primária como após a reativação. |
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