PATRIMÔNIO CULTURAL URBANO: O TOMBAMENTO DO MOSTEIRO DE SÃO BENTO DE OLINDA
A história do patrimônio é amplamente entendida como a história da maneira como uma sociedade seleciona os objetos representativos de seu passado na articulação entre cultural, social e político. No Brasil as narrativas sobre o Patrimônio Cultural foram construídas através dos discursos oficiais pro...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Revista Rural & Urbano |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:oai.periodicos.ufpe.br:article/241053 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufpe.br/revistas/ruralurbano/article/view/241053 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Patrimônio Cultural tombamento Preservação Identidade |
| Sumario: | A história do patrimônio é amplamente entendida como a história da maneira como uma sociedade seleciona os objetos representativos de seu passado na articulação entre cultural, social e político. No Brasil as narrativas sobre o Patrimônio Cultural foram construídas através dos discursos oficiais produzidos por intelectuais associados a formulação e implementação das políticas patrimoniais. Essas visavam a criação de uma memória e identidade nacional. O objetivo desse artigo é identificar a importância do tombamento do Mosteiro de São Bento de Olinda para a cidade de Olinda. Para isso consultamos o processo de tombamento promovido pelo SPHAN. Nele identificamos os agentes envolvidos – técnicos do Sphan e o Abade do Mosteiro de São Bento – e os seus interesses no tombamento. Neste artigo identificamos que, após a solicitação feita por Rodrigo de Melo Franco de Andrade, o Abade José Bonifácio Jansem, responsável pela propriedade, inicialmente resiste ao tombamento. Mesmo assim o Sphan inscreveu o Mosteiro de São Bento de Olinda nos livros de tombo Histórico e no livro de tombo das belas artes como obra pertencente a arquitetura religiosa evidenciando a força deste órgão para a implementação de suas ações. |
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