Aplicação da espectroscopia fotoacústica na identificação das cores do algodão naturalmente colorido.

São dois os objetivos principais de deste trabalho. O primeiro foi testar a viabilidade de uso da técnica de Espectroscopia Fotoacústicana investigação de algumas propriedades físicas de fibrasdealgodão, tarefa das mais difíceis, se não impossível no caso de fibras, por EspectroscopiaUV‐Visível conv...

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Detalhes bibliográficos
Autor: AGRA, Kennedy Leite.
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Recursos:Universidade Católica de Brasília (UCB)
Repositorio:Repositório Institucional da UCB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:localhost:riufcg/2807
Acesso em linha:http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/2807
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Espectroscopia
Espectroscopia Fotoacústica
Algodão Colorido
Spectroscopy
Photoacoustic Spectroscopy
Colorful Cotton
Física
Descrição
Resumo:São dois os objetivos principais de deste trabalho. O primeiro foi testar a viabilidade de uso da técnica de Espectroscopia Fotoacústicana investigação de algumas propriedades físicas de fibrasdealgodão, tarefa das mais difíceis, se não impossível no caso de fibras, por EspectroscopiaUV‐Visível convencional. Em segundo lugar, buscar a identificação dos possíveis tipos de pigmentos presentes em algodão naturalmente colorido. A técnica fotoacústica se mostrou muito útil e versátil na identificação de biomoléculas flavonóides, cujos espectros fotoacústicos, principalmente na faixa visível do espectro eletromagnético, mostraram que não só uma, mas um conjunto de moléculas da família flavonoide é responsável pelas cores do algodão em fibras de algodões coloridos. O grupo de moléculas flavonóides observado neste trabalho é formado basicamente pelas espécies seguintes: Gossypetina, Morina,Proantocianidina (Tanino condensado), Catequina e VinylpyranoMv‐3‐gluc‐floroglucinol, presentes em maior ou menor intensidade relativa em todas as espécies observadas, branco, marrom e verde. A novidade aqui verificada foi que, além da diversidade molecular observada nas espécies coloridas, biomoléculas flavonóides estão também presentes no algodão branco, porém em intensidade substancialmente menor do que nas espécies naturalmente coloridas, de modo a fugir do campo de observação humano, por isto, neste caso, a cor branca.