Prevalence of recognition and reporting of child physical abuse by dental surgeons and associated factors

Estudos que avaliem os fatores associados à subnotificação e às dificuldades dos dentistas para identificar e notificar abuso físico infantil são escassos e necessários. Este estudo teve como objetivo investigar a prevalência de identificação e de notificação de abuso físico infantil (AFI) e fatores...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Lais Nunes Soares, Fernando Silva-oliveira, Flávio de Freitas Mattos, Fernanda Bartolomeo Freire Maia, Efigênia Ferreira e Ferreira, Patrícia Maria Pereira de Araújo Zarzar
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/70483
Acesso em linha:https://doi.org/10.1590/1413-812320212611.3.02442020
http://hdl.handle.net/1843/70483
https://orcid.org/0000-0003-0584-7756
https://orcid.org/0000-0003-3167-9362
https://orcid.org/0000-0002-6052-2762
https://orcid.org/0000-0001-8083-9831
https://orcid.org/0000-0002-0665-211X
https://orcid.org/0000-0002-6952-5767
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Child Abuse
Mandatory Reporting
Family Health
Dentists
Maus-Tratos Infantis
Notificação de Abuso
Saúde da Família
Dentistas
Descrição
Resumo:Estudos que avaliem os fatores associados à subnotificação e às dificuldades dos dentistas para identificar e notificar abuso físico infantil são escassos e necessários. Este estudo teve como objetivo investigar a prevalência de identificação e de notificação de abuso físico infantil (AFI) e fatores associados por dentistas da atenção primária. Trata-se de um estudo transversal com amostra representativa dos dentistas da Estratégia Saúde da Família de Belo Horizonte. Para a coleta de dados foi utilizado um questionário autoaplicável, validado para uso no Brasil. A análise estatística incluiu análise univariada e múltipla pela regressão de Poisson. Um total de 181 profissionais participaram do estudo. Destes, 73 (40,3%) já identificaram algum caso de AFI, mas apenas 11 (6,1%) realizaram a notificação. Dentistas com seis a 19 anos de trabalho no município apresentaram probabilidade 2,38 vezes [RP = 2,38 (CI 95%: 1,29- 4,41)] maior de identificar casos de AFI do que aqueles com menos de seis anos de atuação. Possuir pós-graduação com foco em crianças [PR = 4,50(CI 95%: 1,08-18,68)] esteve positivamente associado a um maior número de notificações. O tempo de trabalho no município esteve associado à identificação de casos de AFI. A prevalência de notificação encontrada foi baixa.