Ação bactericida da água eletroquimicamente ativada frente à Salmonella Heidelberg de origem avícola
O Brasil é o segundo maior produtor de carne de frango do mundo, e o primeiro em exportação. Tamanha importância leva à necessidade de um criterioso programa de biosseguridade, buscando impedir problemas sanitários que possam causar danos aos plantéis ou comprometer a qualidade do produto final. Um...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/238555 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/238555 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Avicultura Sanidade avícola Salmonella Heidelberg Água eletroquimicamente ativada Atividade antimicrobiana Biosecurity Pathogens Poultry Poultry farming |
| Sumario: | O Brasil é o segundo maior produtor de carne de frango do mundo, e o primeiro em exportação. Tamanha importância leva à necessidade de um criterioso programa de biosseguridade, buscando impedir problemas sanitários que possam causar danos aos plantéis ou comprometer a qualidade do produto final. Um dos patógenos mais importantes na avicultura é a Salmonella spp., sendo a Salmonella Heidelberg (SH) um sorovar frequentemente isolado e que vem destacando-se por sua dificuldade de eliminação da cadeia avícola e seu potencial zoonótico. A água eletroquimicamente ativada (EA) é um composto bactericida produzido a partir da eletrólise de sal e água. Através de membranas de eletrólise, os geradores EA produzem um composto com cloro livre, ácido hipocloroso e outros radicais livres. Este método alternativo vem destacando-se por ser seguro e ambientalmente responsável para a redução da contaminação dos produtos. Sendo assim, o objetivo deste estudo foi avaliar a efetividade da EA frente a 30 isolados de S. Heidelberg nas concentrações de 5 ppm, 50 ppm e 200 ppm de cloro livre com tempo de contato de 5, 10 e 40 minutos a 4º C e 25º C. O método utilizado foi o de diluição, com teste de suspensão em células planctônicas, e a contagem bacteriana realizada através do método de Drop plate. Observou-se que nas três concentrações utilizadas, a SH foi sensível a água eletroquimicamente ativada, exceto na concentração de 5 ppm por 40 minutos. O tratamento de 5 ppm por 5 minutos obteve uma redução significativa (3,3x104 UFC/mL) quando comparada ao grupo controle (sem tratamento) (7,2x104 UFC/mL). Na concentração de 50 ppm, independentemente do tempo de contato, todos os isolados obtiveram uma diminuição significativa da contagem média bacteriana (1,1x104 UFC/mL), quando comparado ao grupo controle (5,1x104 UFC/mL). Na concentração de 200 ppm com 10 minutos de contato, houve uma redução significativa, sendo que dos 30 isolados de SH, apenas quatro foi observado crescimento bacteriano. Os resultados encontrados demonstraram que a EA é efetiva na redução de SH, podendo ser utilizada como composto antimicrobiano alternativo no setor avícola para controle deste patógeno. |
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