O submarino nuclear brasileiro: política externa, defesa e percepções internacionais à luz do realismo defensivo (2008 -2012)

O presente trabalho tem como objetivo realizar a aplicação da abordagem teórica do Realismo Defensivo de Charles Glaser ao Programa de Desenvolvimento do Submarino de Propulsão Nuclear Brasileiro. O que se pretende analisar é se a percepção gerada pelo Programa na Argentina estava de acordo com a po...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Braga, Patrícia de Andrade Ferreira
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Marinha do Brasil (MB)
Repositorio:Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.repositorio.mar.mil.br:ripcmb/25954
Acceso en línea:http://www.repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/25954
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Submarino Nuclear
Brasil Política de defesa
Política Externa Brasileira
Diretoria-Geral do Material da Marinha (DGMM)
Descripción
Sumario:O presente trabalho tem como objetivo realizar a aplicação da abordagem teórica do Realismo Defensivo de Charles Glaser ao Programa de Desenvolvimento do Submarino de Propulsão Nuclear Brasileiro. O que se pretende analisar é se a percepção gerada pelo Programa na Argentina estava de acordo com a posição security seekerdo Brasil nas relações internacionais ou se gerou uma percepção de um greedy state,uma má percepção. A abordagem teórica apresenta o Realismo Defensivo de Glaser em comparação com outras teorias de modo a esclarecer a sua peculiaridade ao utilizar uma variável construtivista, a informação e os conceitos utilizados pelo autor. Como é um tema que aborda a Política Externa Brasileira considerando aspectos de defesa e dissuasão, propõe-se a aproximação dos dois estudos. Apresenta-se o histórico das relações exteriores voltadas para o desenvolvimento da iniciativa nuclear para o submarino de propulsão nuclear e a institucionalização da Defesa no Brasil. As relações Brasil e Argentina são apresentadas historicamente para mostrar a rivalidade anterior à parceria estabelecida com a Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares (ABACC) que demonstravam uma má percepção. Em sequencia aprofunda-se a pesquisa sobre as percepções nos dias atuais através de fontes oficiais, militares, acadêmicas e opinião pública com o objetivo de averiguar a percepção gerada pelo programa no Estado Argentino.