O jogo entre a memória e o esquecimento no funcionamento da ciência : Nietzche, Sapir e Whorf

Resumo: A partir da perspectiva da História das Idéias Lingüísticas, este artigo investiga as filiações ao filósofo Friedrich W. Nietzsche (1844-1900) nas Ciências da Linguagem. Perguntando-se sobre os pontos de contato entre as diversas teorias lingüísticas e o pensamento do filósofo, propõe-se a f...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Machado, Isadora Lima, 1987-
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositorio:Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1519274
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/20.500.12733/36025
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Nietzsche, Friedrich Wilhelm, 1844-1900
Sapir-Whorf, Hipótese de
Linguagem e línguas - Filosofia
Sapir-Whorf hypothesis
Language and languages - Philosophy
Artigo original
Descripción
Sumario:Resumo: A partir da perspectiva da História das Idéias Lingüísticas, este artigo investiga as filiações ao filósofo Friedrich W. Nietzsche (1844-1900) nas Ciências da Linguagem. Perguntando-se sobre os pontos de contato entre as diversas teorias lingüísticas e o pensamento do filósofo, propõe-se a filiação da chamada hipótese Sapir-Whorf à filosofia de Nietzsche. Desse modo, procura- -se compreender a constituição das teorias e dos métodos lingüísticos a partir do campo heterogêneo que caracteriza as Ciências da Linguagem. Apresenta-se com esse fim um panorama do problema da linguagem em Nietzsche e, em seguida, defende-se os graus de consonância e dissonância entre os autores. Desse modo, defende-se que Nietzsche é uma condição de possibilidade para o pensamento de E. Sapir e B. Whorf. No jogo entre memória e esquecimento, é sempre lembrado o nome de W. von Humboldt enquanto "precursor" da hipótese. Percebe-se, entretanto, que no gesto epistemológico de "olhar para trás" em busca de bases, muitas vezes os autores, quando "voltam" desse gesto, o fazem já afetados por toda uma gama de outras idéias que modificaram a primeira, e é nesse sentido que vemos a filiação a Nietzsche da hipótese