Das aflições femininas: ervas, poções e sangrias
Escrita em 1976 éça dramaturga inglesa Caryl Churchill em colaboração com o grupo Monstrous Regiment, Vinegar Tom é peça feminista-socialista que explora a história da bruxaria. A elaboração do texto baseou-se no estudo dos autos de julgamento do século XVII, da cidade de Essex na Inglaterra. Para C...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) |
| Repositorio: | DAPesquisa |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai::article/14141 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.udesc.br/index.php/dapesquisa/article/view/14141 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | teatro Vinegar Tom peça teatral bruxaria |
| Sumario: | Escrita em 1976 éça dramaturga inglesa Caryl Churchill em colaboração com o grupo Monstrous Regiment, Vinegar Tom é peça feminista-socialista que explora a história da bruxaria. A elaboração do texto baseou-se no estudo dos autos de julgamento do século XVII, da cidade de Essex na Inglaterra. Para Churchill, Vinegar Tom é um texto sobre bruxaria, mas onde não há bruxas. Neste artigo contextualizo e apresento aspectos gerais do texto dramatúrgico para situar a primeira montagem tatral brasileira de Vinegar Tom em 2007-2008. Proponho uma reflexão sobre a representação da curandeira (personagem Ellen) e do médico (personagem Doutor) ao discutir as opções da direção e os artifícios da encenação para realçar o antagonismo entre o conhecimento pagão e o surgimento da medicina moderna. |
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