MAPEAMENTO HIDROLITOLOGICO E HIDROGEOLOGICO DA SUB-BACIA DO RIO JACARÉ-GUAÇU AFLUENTE DA MARGEM DIREITA DO RIO TIETÊ

O conhecimento geral da hidrolitologia e hidrogeologia de uma bacia hidrográfica possui a conveniência de subsidiar informações para a melhor localização de poços para captação de água subterrânea, e também sobre o comportamento da recarga dos aquíferos conforme a precipitação na área. Portanto, o o...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: NORONHA MARCUZZO, FRANCISCO FERNANDO, MANZIONE, RODRIGO LILLA, WENDLAND, EDSON CEZAR
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Associação Brasileira de Águas Subterrâneas
Repositorio:Águas Subterrâneas (São Paulo. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.aguassubterraneas.abas.org:article/29295
Acceso en línea:https://aguassubterraneas.abas.org/asubterraneas/article/view/29295
Access Level:acceso abierto
Descripción
Sumario:O conhecimento geral da hidrolitologia e hidrogeologia de uma bacia hidrográfica possui a conveniência de subsidiar informações para a melhor localização de poços para captação de água subterrânea, e também sobre o comportamento da recarga dos aquíferos conforme a precipitação na área. Portanto, o objetivo deste trabalho é fornecer mapas com a caracterização básica da hidrolitologia e hidrogeologia da bacia hidrográfica do rio Jacaré-Guaçu, afluente da margem direita do rio Tietê na região central do estado de São Paulo, concomitantemente com dados espaciais de chuva média anual. A bacia do rio Jacaré-Guaçu apresenta zonas aquíferas com produtividade que varia de alta a muito baixa, caracterizando-se como uma área de grande variabilidade hidrogeológica, apresentando oito diferentes sistemas aquíferos na escala ao milionésimo segundo o mapa hidrogeológico do Brasil, publicado e disponibilizado pelo Serviço Geológico do Brasil. As regiões de maior volume de precipitação pluviométrica na bacia estão associadas a áreas com presença das unidades granulares de média a alta produtividade, em sua maior parte, indicando maiores potenciais de recarga nas regiões de cabeceiras da bacia do rio Jacaré-Guaçu.