A FORÇA IDENTITÁRIA DA METÁFORA: UM GRITO PRIMITIVO

O objetivo desse estudo é tentar demonstrar que o sentido primitivo pode ser entendido como pulsão metafórica da linguagem, que emerge no processo designativo. Segundo Derrida, o ‘sopro’ é linguagem não articulada, aquela que manifesta o sensível do ser humano, que, buscando realizar-se na linguagem...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Ferreira, Dina Maria Martins
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual do Ceará (UECE)
Repositorio:Revista Linguagem em Foco (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistas.uece.br:article/1835
Acceso en línea:https://revistas.uece.br/index.php/linguagememfoco/article/view/1835
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Metáfora
Grito primitivo
Força identitária
Descripción
Sumario:O objetivo desse estudo é tentar demonstrar que o sentido primitivo pode ser entendido como pulsão metafórica da linguagem, que emerge no processo designativo. Segundo Derrida, o ‘sopro’ é linguagem não articulada, aquela que manifesta o sensível do ser humano, que, buscando realizar-se na linguagem articulada, opera o deslocamento de sentido. Esse percurso do sensível pode ser retratado pelo movimento respiratório: na inspiração o sopro se faz sentir, e na expiração emerge a fala cuja força designativa expressa o pertencimento identitário.