Avaliação de aspectos da resposta imune de camundongos infectados com uma cepa selvagem Corynebacterium pseudotuberculosis, ER1409, sob estímulo dos antígenos recombinantes rPLD, rCP40, rPKnG, rCP5582, rCP7041 desta bactéria

A linfadenite caseosa (LC) é uma enfermidade que afeta principalmente caprinos e ovinos, cujo agente etiológico é Corynebacterium pseudotuberculosis. É caracterizada pela formação de granulomas em linfonodos externos e internos, vísceras e órgãos como os pulmões, rins e fígado. A disseminação da lin...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Santos, Heidiane Alves dos
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFBA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufba.br:ri/24886
Acceso en línea:http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/24886
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:IMUNOLOGIA
Corynebacterium pseudotuberculosis
Linfadenite caseosa
Antígenos recombinantes
MAPK
Descripción
Sumario:A linfadenite caseosa (LC) é uma enfermidade que afeta principalmente caprinos e ovinos, cujo agente etiológico é Corynebacterium pseudotuberculosis. É caracterizada pela formação de granulomas em linfonodos externos e internos, vísceras e órgãos como os pulmões, rins e fígado. A disseminação da linfadenite caseosa nos rebanhos é expressiva e o prejuízo é significativo com perdas econômicas evidentes. Vacinas comerciais disponíveis não oferecem proteção adequada aos animais. Os processos do hospedeiro que são inibidos por bactérias patogénicas incluem a fusão do fagossoma com lisossomos, apresentação de antígenos, a apoptose e a estimulação de respostas bactericidas, devido à ativação de vias de sinalização envolvendo proteína quinases ativadas por mitógeno (MAPKs). Estudos acerca da patogênese da LC indicam que a indução das respostas imunes humoral e celular são fundamentais para o controle da infecção. A compreensão e caracterização das proteínas bacterianas responsáveis pela indução da resposta imune do hospedeiro se faz necessária para o entendimento da dinâmica da infecção. O presente estudo objetivou investigar o envolvimento das vias MAPK (MAPK p38, ERK 1 e 2, e JNK 1,2,3) na resposta imunológia de camundongos infectados, sob estímulo de antígenos recombinantes desta bactéria, através da avaliação dos níveis de Óxido Nítrico, e dos padrão de expressão de células CD4+ , CD8+ e FOXP3+, durante um período de 30 dias de infecção com cepa virulenta de C. pseudotuberculosis. Os camundongos Swiss (n = 12) foram divididos em dois grupos, um deles foi infectado com 102 unidades formadoras de colônias (UFC) de estirpe virulenta ER1409 e outro controle (sem infecção). Os esplenócitos murinos foram tratados com inibidores específicos (inibidor de MAPK p38, inibidor ERK 1/2 ou inibidor da JNK 1, 2,3) e cultivadas sob estímulo dos antígenos recombinantes de C. pseudotuberculosis (rPLD, rCP40, rPKnG, rCP5582-G04-, rCP7041- G10). A análise demonstra diferenças nos níveis de NO entre os grupos (controle X infecção) nas condições de cultivo empregadas: branco (células), estímulos e inibidores das vias MAPK (p<0,001). Todavia, não houve diferença estatisticamente significativa nos níveis de NO entre os inibidores das vias MAPK p38, ERK 1 / 2 e JNK 1, 2 e 3 em nenhuma das situações analisadas. Com relação à produção de IgG, os níveis mais expressivos de subclasses desta imunoglobulina produzidas com 30 dias de infecção foram IgG2a e IgG2b, sem diferença estatisticamente significativa entre os animais infectados e controles. Pôde-se observar também que para os marcadores CD3/CD4+ houve diferença entre os grupos (controle e infecção) apenas quando o antígeno G04 (rCP5582) foi usado como estímulo (p=0,011). No entanto não houve diferença estatisticamente significante na expressão do marcador FOXP3 entre os grupos (controle e infecção) em nenhum dos estímulos / inibidores utilizados.