Mulheres como chefes de família: retalhos da Paraíba, do Nordeste e do Brasil.

Não é de hoje que as pesquisas sobre as mulheres carregam sempre um algo inovador e inquietante seja de qual for o aspecto abordado. Aqui, por não termos a pretensão de sermos diferentes, os tópicos ligados ao tema da mulher como chefe de família se encontram arraigados ao gênero, à idade, à escolar...

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Detalhes bibliográficos
Autor: FONTGALLAND, Isabel Lausanne.
Tipo de documento: livro
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2016
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Repositório:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
Idioma:português
OAI Identifier:oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/41470
Acesso em linha:https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/41470
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Mulheres - chefes de família
Chefes de família - mulheres
Movimentos feministas
Feminismo
Gênero feminino
Mercado de trabalho feminino
Escolaridade feminina
Segregação ocupacional - mulheres
Discriminação por gênero
Idosas como chefe de família
Women - heads of household
Heads of household - women
Feminist movements
Feminism
Female gender
Female labor market
Female education
Occupational segregation - women
Gender discrimination
Elderly women as heads of household
Economia.
Descrição
Resumo:Não é de hoje que as pesquisas sobre as mulheres carregam sempre um algo inovador e inquietante seja de qual for o aspecto abordado. Aqui, por não termos a pretensão de sermos diferentes, os tópicos ligados ao tema da mulher como chefe de família se encontram arraigados ao gênero, à idade, à escolarização e ao rendimento. A novidade aqui é a Paraíba inserida nos contextos do Nordeste e do Brasil. A Paraíba, receptáculo deste estudo, se situa num cordão de acolhimento de cidades circunvizinhas que incluem também os estados de Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte. A divisão do mercado de trabalho é, portanto, deveras importante, pois agrega valor a formação de parâmetros profissionais e conflui para novos perfis de cidades-metrópoles nordestinas. Foi graças aos Editais 095/2005-CNPq, 002/2007 CNPq e 025/2009-CNPq sobre feminização que foi possível fazer essa pesquisa. Por isso o gérmen da feminização enquanto matéria de estudo foi uma feliz escolha. Este livro tem a pretensão de ser lido em todos os seguimentos acadêmicos e para-acadêmicos devido a coletânea de diversos autores que tergiversaram sobre a feminização. Ainda é de suma importância salientar que o êxito logrado, sem o LAPEA, Laboratório de Pesquisas em Economia Aplicada, nada teria sido possível. Para tanto, queremos citar e agradecer alguns dos muitos pesquisadores nele envolvidos: Prof. Carlos Antônio Andrade (LAPEA - UFCG); Alaína Duarte (ex-aluna do PIBIC); Prof. João Ricardo Ferreira Lima (EMBRAPA-PE), Prof. Luiz Antônio Coelho (UFCG/Sumé), Profa. Lia Hasenclever (UFRJ). Somos muito gratos a Helena Hirata e seu acervo bibliográfico. O mundo precisa de Helenas e de suas vozes. A profusão de temáticas envolvendo a mulher em várias áreas do conhecimento têm sido percebida. De lá na economia, em particular, tivemos um avanço profundo no que tange ao uso da modelagem econométrica e na análise de ganhos salariais e discriminação por gênero. Portanto, a porta de entrada do estudo da mulher foram os diferenciais de salários a partir dos altos números de escolaridade e qualificação técnica. Para formulação do levantamento, foram utilizados informações do DIEESE — Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) e Censos, Ministério do Trabalho e Pesquisa do Emprego e Desemprego (PED) e Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CA-GED) e Pesquisa desenvolvida com metodologia própria no LA-PEA.