Análise da prevalência de alterações mamográficas a partir da classificação BI-RADS

O câncer de mama é a neoplasia de maior frequência e mortalidade entre as mulheres de todo o mundo. A mamografia é o exame de rastreamento, podendo ser classificada de acordo com o sistema de classificação do Breast Imaging Reporting and Data System (BI-RADS). Diante disso, objetivou-se analisar a p...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Monteiro, Larissa Vieira, Santos, Everson Vagner de Lucena, Claudino, Emerson Lopes
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Grupo Verde de Agroecologia e Abelhas (GVAA)
Repositorio:Revista Brasileira de Educação e Saúde
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.gvaa.com.br:article/6587
Acceso en línea:https://www.gvaa.com.br/revista/index.php/REBES/article/view/6587
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Câncer de mama
Rastreamento mamográfico
BI-RADS.
Descripción
Sumario:O câncer de mama é a neoplasia de maior frequência e mortalidade entre as mulheres de todo o mundo. A mamografia é o exame de rastreamento, podendo ser classificada de acordo com o sistema de classificação do Breast Imaging Reporting and Data System (BI-RADS). Diante disso, objetivou-se analisar a prevalência de alterações mamográficas no município Itaporanga, Paraíba, utilizando a classificação BI-RADS. Foi realizado um estudo de caráter documental conduzido por meio de um estudo descritivo com abordagem quantitativa. Foram analisados 270 exames mamográficos coletados em clínica de exames de imagem no município de Itaporanga (PB) no ano de 2018. Foi estimada a prevalência das categorias BI-RADS e sua associação com idade, raça e escolaridade.  Após análise dos dados coletados, observou-se que 72,6% das mamografias analisadas não apresentaram risco de malignidade, 6,3% tinham laudo inconclusivo e apenas 1,1% sugestivas de risco de malignidade, estando presentes apenas em pacientes com idade acima de 55 anos. Diante dos resultados, evidenciou-se que maior parte dos exames mamográficos não apresentaram alterações de relevância ou com risco de malignidade. Entretanto, a maioria dos achados inconclusivos era de mulheres mais jovens (até 55 anos de idade) que necessitavam de exames adicionais.