Cultura Psicoanalítica y Revolución Sexual en el Cómic en Estados Unidos en los años 1970

Este artigo parte do conceito de cultura psicanalítica para promover o debate sobre a construção das subjetividades na década de 1970 nos Estados Unidos. Sistematizado pelo psicanalista Sérvulo Figueira, este conceito se refere à maneira como ideias vindas da psicanálise integraram esferas artística...

Full description

Bibliographic Details
Author: Santos, Diego
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2023
Country:Brasil
Institution:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repository:Estudos e Pesquisas em Psicologia (Online)
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/79281
Online Access:https://www.e-publicacoes.uerj.br/revispsi/article/view/79281
Access Level:Open access
Keyword:psychoanalytic culture
comics
psychoanalysis
counterculture
sexual revolution
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Description
Summary:Este artigo parte do conceito de cultura psicanalítica para promover o debate sobre a construção das subjetividades na década de 1970 nos Estados Unidos. Sistematizado pelo psicanalista Sérvulo Figueira, este conceito se refere à maneira como ideias vindas da psicanálise integraram esferas artísticas, publicitárias, jornalísticas, entre outras, influenciando e sendo influenciadas pela cultura de cada local onde foi apropriada. Esse fenômeno permitiu a construção de modos científicos e populares de interpretações acerca do sofrimento e da construção das subjetividades. O artigo direciona suas lentes à obra da artista estadunidense Aline Kominsky (1948-2022), publicada em meio aos debates sobre a revolução sexual dos anos 1970. A artista fez parte de uma geração que, inserida no contexto da contracultura, produziu e distribuiu histórias em quadrinhos que contestavam as normas sociais estabelecidas, o modelo de família nuclear patriarcal e reivindicava o afrouxamento das normas sexuais. A análise de sua obra, portanto, nos permite pensar as maneiras pelas quais a artista buscou em ideias psicanalíticas, as ferramentas ideais para contestar as instituições sociais, bem como construir propostas sobre novos modelos civilizacionais menos opressivos com base numa ressignificação da sexualidade.