Estudo sobre a biologia da pesca do pargo, Lutjanus purpureus Poey, no Norte e Nordeste brasileiros: dados de 1974

Damos prosseguimento ao estudo da biologia pesqueira do pargo, Lutjanus purpureus Poey, no norte e nordeste brasileiros, iniciado a partir de 1966 ( Fonteles-Filho, 1969/1972; Ivo, 1973 a/b). Durante o ano de 1974, a frota pargueira baseada em portos do Estado do Ceará, desembarcou cerca de 4.315 to...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Ivo, Carlos Tassito Corrêa
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1975
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Ceará (UFC)
Repositorio:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufc.br:riufc/1648
Acceso en línea:http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/1648
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Lutjanus - Purpureus - Brasil - Norte
Lutjanus - Purpureus - Brasil - Nordeste
Descripción
Sumario:Damos prosseguimento ao estudo da biologia pesqueira do pargo, Lutjanus purpureus Poey, no norte e nordeste brasileiros, iniciado a partir de 1966 ( Fonteles-Filho, 1969/1972; Ivo, 1973 a/b). Durante o ano de 1974, a frota pargueira baseada em portos do Estado do Ceará, desembarcou cerca de 4.315 toneladas de pargo, sendo de aproximadamente 500 toneladas, os desembarques efetuados em Recife (Estado de Pernambuco). Os dados do presente trabalho resultaram de amostragens biológicas de capturas efetuadas nas áreas de pesca do norte e nordeste brasileiros que foram desembarcadas em Fortaleza (Estado do Ceará), durante o ano de 1974 e de informações sobre as pescarias, observadas através de empresas de pesca e comandantes de barcos. As pescarias foram realizadas por barcos Motorizados, utilizando-se como aparelho de pesca a linha pargueira, de fio de nylon, tendo média 15 anzóis de números 3 a 6. A sardinha verdadeira, Sardinella brasiliensis Steindachner), importada da região centro-sul do Brasil, continua sendo a principal isca empregada.