Design de cartaz: a representação gráfica do feminino na Alemanha nazista.
Esta pesquisa, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais do Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas objetiva compreender a representação feminina nos cartazes da Alemanha no período que abrange a ascensão e o declínio do partido nazista, de 1920 a 1945. A partir da problemat...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | capítulo de libro |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/7020 |
| Acceso en línea: | http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/7020 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Design gráfico Cartaz Feminismo Propaganda Cultura visual Graphic design Poster Feminism Visual culture |
| Sumario: | Esta pesquisa, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais do Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas objetiva compreender a representação feminina nos cartazes da Alemanha no período que abrange a ascensão e o declínio do partido nazista, de 1920 a 1945. A partir da problematização de conceitos como ideologia e cultura visual, utiliza-se o cartaz como exemplo de peça gráfica projetada para servir a agendas políticas, como dispositivo para difundir ideologias. De acordo com o viés modernista de Abraham Moles (1974), o cartaz caracteriza uma comunicação que possui duas partes inerentes, quais sejam, a mensagem semântica e a mensagem estética. É importante, finalmente, discutir cultura visual para contextualizar o período de produção e circulação dos cartazes selecionados. Para Hernández (2007), a expressão cultura visual diz respeito a interpretações críticas sobre as práticas culturais e sociais do olhar e também é caracterizada como um estudo de construções culturais e de experiências visuais ligadas ao cotidiano, às artes e à mídia e suas representações. A abordagem metodológica se dá com base na hermenêutica de profundidade de J.B. Thompson (1995) a qual contribui para a sistematização do trabalho a partir da contextualização da época, além da análise do material gráfico e da interpretação do conhecimento reunido na pesquisa. |
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