Revisão de literatura: reabilitação oral em pacientes com até 16 anos portadores de displasia ectodérmica hipoidrótica

Objetivo: o objetivo do presente trabalho é apresentar uma revisão de literatura acerca dos tipos de reabilitação oral protética empregadas nos pacientes com Displasia Ectodérmica Hipohidrótica (DEH) com idade até 16 anos. Revisão de Literatura: a DEH é uma doença hereditária que acomete as estrutur...

Full description

Bibliographic Details
Author: Carneiro, Clara Silva
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2019
Country:Brasil
Institution:Associação Brasileira de Odontologia (ABO)
Repository:Revista Brasileira de Odontologia
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:revista_aborj_org_br.www.revista.aborj.org.br:article/1596
Online Access:https://revista.aborj.org.br/index.php/rbo/article/view/1596
Access Level:Open access
Keyword:MEDICINA DENTÁRIA (ODONTOLOGIA)
Displasia; Ectodérmica; Hipoidrótica; Reabilitação; Oral
Description
Summary:Objetivo: o objetivo do presente trabalho é apresentar uma revisão de literatura acerca dos tipos de reabilitação oral protética empregadas nos pacientes com Displasia Ectodérmica Hipohidrótica (DEH) com idade até 16 anos. Revisão de Literatura: a DEH é uma doença hereditária que acomete as estruturas derivadas do folheto ectodérmico e, apesar de rara, os pacientes acometidos são observados nos consultórios odontológicos devido a condição oral extrema, na qual observa-se a ausência de inúmeros elementos dentários. A revisão utilizou 20 artigos publicados nos últimos 15 anos na base de dados Pubmed, utilizando os termos Hipohidrotic Ectodermal Dysplasia e Dental Rehabilitation, restringida à faixa etária de 0 a 16 anos. Esse intervalo de idade foi escolhido devido ao desafio de realizar o tratamento reabilitador em pacientes com níveis de hipodontia variados e com os ossos ainda em desenvolvimento. Conclusão: desta forma, pode-se concluir que a taxa de sucesso na reabilitação oral dos pacientes com DEH é semelhante à de pacientes saudáveis, desde que sejam consideradas a severidade da displasia e a idade do paciente. O planejamento deve ponderar principalmente o nível da hipodontia, a quantidade de osso alveolar saudável e as condições sistêmicas e sociais do paciente. A reabilitação deve ser iniciada o mais breve possível, a fim evitar maior reabsorção óssea e atrofia dos alvéolos, além de controlar a perda da dimensão vertical, minimizar alterações fonéticas e nutricionais, e atenuar as mudanças no perfil facial, as quais geram impactos sociais negativos principalmente no início da adolescência