Cotinina urinária como um biomarcador de exposição à fumaça de cigarro entre indivíduos co asma em Salvador-BA.

Objetivo: Descrever a frequência de tabagismo ativo entre pacientes com asma segundo questionários padronizados, e relacioná-la com medidas objetivas de exposição à fumaça do cigarro, por meio de medidas da cotinina urinária. Métodos: Estudo transversal realizado com 1341 indivíduos: 498 com asma gr...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Pinheiro, Gabriela Pimentel
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFBA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufba.br:ri/29546
Acceso en línea:http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/29546
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Medicina
Asma
Tabagismo
Cotinina
Asthma
Smoking
Cotinine
Descripción
Sumario:Objetivo: Descrever a frequência de tabagismo ativo entre pacientes com asma segundo questionários padronizados, e relacioná-la com medidas objetivas de exposição à fumaça do cigarro, por meio de medidas da cotinina urinária. Métodos: Estudo transversal realizado com 1341 indivíduos: 498 com asma grave, 417 com asma leve a moderada e 426 sem asma. O tabagismo foi identificado por meio do autorrelato, utilizando questionários, e pela mensuração da cotinina urinária. Resultados: Observou-se que 55 (4,1%) dos participantes autodeclararam-se tabagistas atuais, destes, 5 eram asmáticos graves, 17 asmáticos leves/moderados e 33 não tinham asma. Os maiores níveis de cotinina foram identificados entre os tabagistas com hábitos diários. Alguns não fumantes autodeclarados e tabagistas pregressos apresentaram resultados elevados de cotinina urinária, especialmente entre os asmáticos graves, o que sugere omissão do hábito atual de fumar. A carga tabágica entre os fumantes e a proporção de ex-tabagistas foram maiores entre pacientes com asma grave do que nos com asma leve a moderada, o que sugere que o tabagismo pode ser um fator de risco para asma grave. Conclusões: O tabagismo atual ou pregressão está associado a asma grave. A cessação do tabagismo é essencial entre os asmáticos que fumam, especialmente nos casos graves. A sua investigação deve ser cuidadosa e complementada por avaliação objetiva, quando haja dúvida, tal como a mensuração da cotinina urinária, que permite a identificação de tabagistas que omitem o seu hábito.