Práticas corporais integrativas : proposta conceitual para o campo das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde

A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) foi publicada no Brasil em 2006. As práticas corporais integrativas fazem parte desta política e estão presentes nos serviços de saúde brasileiros. Embora oficializado, o conceito de Práticas Corporais Integrativas não está consol...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Antunes, Priscilla de Cesaro, Fraga, Alex Branco
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/263647
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/263647
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Medicina integrativa
Terapias complementares
Sistema Único de Saúde
Integrative medicine
Complementary therapies
Primary Health Care
Grounded Theory
Descripción
Sumario:A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) foi publicada no Brasil em 2006. As práticas corporais integrativas fazem parte desta política e estão presentes nos serviços de saúde brasileiros. Embora oficializado, o conceito de Práticas Corporais Integrativas não está consolidado na literatura e seu emprego em documentos governamentais é impreciso. Assim, o objetivo deste artigo foi propor uma definição baseada na experiência de grupos de Práticas Corporais Integrativas vinculados à Atenção Básica em Florianópolis-SC, bem como oferecer uma alternativa aos problemas de registro e monitoramento da PNPIC. A metodologia adotada foi a Grounded Theory (GT) – perspectiva interpretativa e construtivista –, sobre a qual uma teoria formal foi desenvolvida. Os dados foram produzidos em observações de atividades, conversas com profissionais e entrevistas com usuárias de grupos de Yoga, Lian Gong, Qi Gong e Danças Circulares, e posteriormente codificados, validados e analisados conforme os passos previstos pela GT. O processo de formulação conceitual resultou da articulação dos sentidos atribuídos pelos participantes em contraste com a literatura. Por meio deste movimento analítico, foi possível delinear o fenômeno e propor uma designação alinhada à PNPIC.