Abordagem terapêutica com bevacizumabe em câncer de cólon e reto / Therapeutic approach with bevacizumab in cancer of the colon and rectum
O câncer de cólon e reto está entre as neoplasias mais prevalentes no Brasil e no mundo, sendo que na maioria dos casos se desenvolve de forma esporádica. Por ser um câncer muito comum, há um grande interesse em terapias para o seu tratamento, dentre elas o uso do bevacizumabe que é um anticorpo mon...
| Authors: | , , |
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2022 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repository: | Revista Veras |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/48637 |
| Online Access: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/48637 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | cancer colorretal bevacizumab metastatic. |
| Summary: | O câncer de cólon e reto está entre as neoplasias mais prevalentes no Brasil e no mundo, sendo que na maioria dos casos se desenvolve de forma esporádica. Por ser um câncer muito comum, há um grande interesse em terapias para o seu tratamento, dentre elas o uso do bevacizumabe que é um anticorpo monoclonal capaz de reconhecer antígenos tumorais específicos e desencadear respostas imunológicas, poupando células normais e provocando efeitos menos tóxicos que a quimioterapia tradicional. O presente estudo trata-se de uma revisão integrativa de literatura teórica com a coleta nas bases de dados PubMed, SCIELO, Lilacs e MedLine, considerando artigos em português, inglês e espanhol no período de 2015 a 2021 e os seguintes descritores em ciências da saúde: Cancer Colorrectal, Bevacizumab e Metastatic. Foram encontrados 20 artigos, mas somente 13 atendiam aos critérios estabelecidos e foram utilizados. Analisando estes artigos é possível concluir que a associação de Bevacizumabe mais a quimioterapia, principalmente, com o FOLFOXIRI melhora a sobrevida livre de progressão da doença (PFS) de em média 6 a 10 meses. Além disso, os efeitos colaterais apresentados pelos pacientes como náuseas, vômitos, fadiga, estomatite são suportáveis e não inviabilizam o tratamento. |
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