Redução da viabilidade de ovos de helmintos em lodo de esgoto doméstico caleado

O aproveitamento agrícola do lodo de esgoto apresenta-se como uma alternativa viável para sua disposição final. Entretanto, para sua reutilização e destinação correta, é necessária sua estabilização. Os objetivos com a condução deste trabalho foram: quantificar a concentração de ovos de helmintos vi...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Rossmann, Maike, Vieira, Danielle Biajoli, Avelar, Fabiana Ferreira, Matos, Antonio Teixeira de
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Repositorio:LOCUS Repositório Institucional da UFV
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:locus.ufv.br:123456789/20284
Acesso em linha:https://reveng.ufv.br/index.php/reveng/article/view/423
http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/20284
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Caleação do lodo
Higienização
Micro-organismos patogênicos
Descrição
Resumo:O aproveitamento agrícola do lodo de esgoto apresenta-se como uma alternativa viável para sua disposição final. Entretanto, para sua reutilização e destinação correta, é necessária sua estabilização. Os objetivos com a condução deste trabalho foram: quantificar a concentração de ovos de helmintos viáveis no lodo; avaliar a sobrevivência desses ovos no lodo submetido a diferentes tempos de caleação e classificar o lodo, segundo a Resolução CONAMA no 375, no que se refere a uso agrícola. O experimento foi constituído por três tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos foram: caleação do lodo de esgoto com dose de cal necessária a manutenção do pH acima de 12, por 72 h; caleação do lodo de esgoto com dose de cal necessária a manutenção do pH acima de 12, por 2 h, e lodo de esgoto sem adição de cal. Para comparar a concentração de ovos de helmintos entre os tratamentos foram ajustados modelos lineares generalizados, utilizando distribuição de erro Poisson corrigida para Quase-Poisson, e submetidos ao teste F. A caleação do lodo por 2 e 72 h promoveu a inativação de 93,75 e 99,32% dos ovos de helmintos, sendo o lodo, após o tratamento, classificado como Classe B e Classe A, respectivamente. Do ponto de vista sanitário, o tempo de 72 h forneceu um lodo mais seguro para uso agrícola.