AVALIAÇÃO DA CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA EM DOIS USOS DO SOLO NA REGIÃO CENTRAL DO BRASIL

Uma avaliação das condutividades hidráulicas em solos com tipos distintos de uso e ocupação — cultivo agrícola e cerrado nativo — foi realizada com a finalidade de verificar a interferência das intensas atividades agrícolas no processo de infiltração da água no solo e, con...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Soto, Miguel Angel Alfaro, Kiang, Chang Hung
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES)
Repositorio:Revista Brasileira de Ciências Ambientais (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.rbciamb.com.br:article/62
Acceso en línea:https://www.rbciamb.com.br/Publicacoes_RBCIAMB/article/view/62
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:áreas de cultivo; cerrado; permeâmetro Guelph; infiltrômetros de anel duplo.
crop areas; savannah; Guelph permeameter; double-ring infiltrometers.
Descripción
Sumario:Uma avaliação das condutividades hidráulicas em solos com tipos distintos de uso e ocupação — cultivo agrícola e cerrado nativo — foi realizada com a finalidade de verificar a interferência das intensas atividades agrícolas no processo de infiltração da água no solo e, consequentemente, recarga de aquíferos. Para determinação da condutividade hidráulica saturada em campo foram empregados permeâmetro Guelph e infiltrômetro de anel duplo. Os ensaios foram realizados em extensa área que abrange cinco estados na região central do Brasil, onde a atividade agrícola tem sido intensa. Avaliados mediante estatística paramétrica, os valores de condutividade hidráulica em áreas de cultivo mostraram-se estatisticamente diferentes e 4,5 vezes menores em relação aos obtidos em áreas de cerrado. Esses resultados indicam que as modificações da estrutura do solo, decorrentes das práticas de manejo para cultivo, afetam significativamente a condutividade hidráulica das porções superficiais e, portanto, a infiltração de água, responsável pela recarga dos aquíferos na região. Adicionalmente, verificou-se que os testes com infiltrômetros forneceram, em média, valores de condutividade estatisticamente diferentes e 2,2 vezes maiores do que os obtidos com permeâmetro Guelph.