Urbanização, morfologia e adensamento: o eixo noroeste da região metropolitana de Campinas

Este trabalho aborda a formação e expansão do tecido urbano no Eixo Noroeste da Região Metropolitana de Campinas (RMC), que corresponde à Rodovia Anhanguera no trecho entre Campinas e Americana, por intermédio da análise de sua morfologia, suas características de dispersão e espraiamento urbano. A á...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Nandin, Cauana Lemes Conde
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-CAMPINAS)
Repositorio:Repositório Institucional PUC-Campinas
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.sis.puc-campinas.edu.br:123456789/16171
Acceso en línea:http://repositorio.sis.puc-campinas.edu.br/xmlui/handle/123456789/16171
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:espraiamento
morfologia urbana
urbanização contemporânea
Região Metropolitana de Campinas
sprawl
urban morphology
contemporary urbanization
Campinas Metropolitan Region
Descripción
Sumario:Este trabalho aborda a formação e expansão do tecido urbano no Eixo Noroeste da Região Metropolitana de Campinas (RMC), que corresponde à Rodovia Anhanguera no trecho entre Campinas e Americana, por intermédio da análise de sua morfologia, suas características de dispersão e espraiamento urbano. A área de estudo foi escolhida por seu intenso crescimento urbano e industrial iniciado nos anos de 1970, que potencializou a evolução de alguns centros como Campinas, em função da sua infraestrutura, sendo a rodovia Anhanguera fundamental no crescimento socioeconômico em toda a RMC, por representar em conjunto com a Rodovia Bandeirantes e a Rodovia Washington Luís o maior corredor financeiro do país interligando a Região Metropolitana de São Paulo a Campinas e a Baixada Santista. Com o fortalecimento econômico dos municípios da RMC através da instalação de novas indústrias e ampliação de centros tecnológicos, novos pólos de atração foram criados desencadeando um processo de urbanização periférica com grandes disparidades morfológicas, que se expressam através da legislação de uso do solo, zoneamento e acesso a equipamentos e espaços livres públicos. As combinações da expansão urbana e do crescimento das periferias geraram várias áreas de conurbação no âmbito da RMC, que se apresentam espraiadas dos núcleos principais e com características similares em termos de ocupação representando atualmente uma nova morfologia. Um ponto particular da análise é o de compreender as características deste vetor de expansão metropolitana às margens do sistema rodoviário da Anhanguera considerando seu potencial na atração de indústrias e na localização de novos loteamentos residenciais de alto e médio padrão.