ESTIMAÇÃO DE COMPONENTES DE (CO)VARIÂNCIA E PARÂMETROS GENÉTICOS PARA GANHO DE PESO USANDO INFERÊNCIA BAYESIANA PARA COELHOS CRIADOS EM AMBIENTES DIFERENCIADOS

O presente trabalho foi desenvolvido na Fazenda Experimental da Universidade Estadual de Maringá, situada na cidade de Iguatemi, no período de setembro de 2005 a novembro de 2006, no setor de Cunicultura. Foram avaliados coelhos da raça Nova Zelândia Branco, criados em gaiolas individuais ou coletiv...

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Detalhes bibliográficos
Autores: SANTOS, Alexandre Leseur dos, MARTINS, Elias Nunes, SCAPINELLO, Cláudio, GRANZOTTO, Fernanda
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2007
País:Brasil
Recursos:Centro Universitário de Maringá (UNICESUMAR)
Repositorio:Repositório Digital Unicesumar
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:rdu.unicesumar.edu.br:123456789/6296
Acesso em linha:http://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/6296
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Herdabilidade
Ganho de peso
Correlação genética
Inferência bayesiana
Descrição
Resumo:O presente trabalho foi desenvolvido na Fazenda Experimental da Universidade Estadual de Maringá, situada na cidade de Iguatemi, no período de setembro de 2005 a novembro de 2006, no setor de Cunicultura. Foram avaliados coelhos da raça Nova Zelândia Branco, criados em gaiolas individuais ou coletivas no período de 50 a 70 dias de idade, com o objetivo de estimar componentes de (co)variância e parâmetros genéticos em teste de desempenho para ganho de peso de coelhos submetidos a dois ambientes (gaiolas individuais e coletivas), utilizando inferência Bayesiana. Realizou-se uma análise bicaráter. No teste de desempenho a herdabilidade para ganho de peso no ambiente coletivo foi de 0,42 (0,34-0,50) e no individual de 0,56 (0,31-0,83). A correlação genética (0,68) e a correlação fenotípica (0,30) foram positivas quando avaliada a mesma característica em ambientes diferentes, demonstrando que os animais têm comportamentos parecidos para a conversão alimentar em ambos os ambientes. O estudo demonstrou que o teste de desempenho em gaiolas coletivas ou individuais para ganho de peso pode-se resultar em progresso genético, já que os componentes de (co)variância e as estimativas são próximas para animais criados tanto em ambiente coletivo como individual.