História, retórica, poética, prova: a leitura de Carlo Ginzburg da Retórica de Aristóteles
O historiador italiano Carlo Ginzburg envolveu-se ao longo das décadas de 1980 e 90 nas discussões norte-americanas sobre o pós-modernismo, investindo contra o que ele chamava de tendências céticas dos defensores do pós-modernismo. Sua caracterização da tendência intelectual assimila o que ele chama...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-27042010-092346 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-27042010-092346/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Aristóteles Aristotle Ginzburg Historiografia Historiography Pós-modernismo Postmodernism Retórica Rhetoric |
| Sumario: | O historiador italiano Carlo Ginzburg envolveu-se ao longo das décadas de 1980 e 90 nas discussões norte-americanas sobre o pós-modernismo, investindo contra o que ele chamava de tendências céticas dos defensores do pós-modernismo. Sua caracterização da tendência intelectual assimila o que ele chama de tendência lingüística ao uso da palavra retórica. Sua proposta para refutar as teses dessas tendências passa pela recuperação da Retórica de Aristóteles e do caráter judiciário da prova. O presente trabalho tem por objetivo expor e analisar sua proposta de uma retórica da prova, em contraposição a uma retórica literária e cética, conforme exposta no seu livro Relações de força: história, retórica, prova. Para isso, abordamos seus trabalhos anteriores; as possíveis motivações de sua análise da Retórica, assim como sua leitura do texto antigo; e, por fim, sua crítica ao pós-modernismo. |
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