Finitude and Bioethics of End of Life

A adjetivação (“finito”) pode referir-se a bens, como na expressão “recursos finitos” - que se tornou uma palavra-chave na bioética sanitária - ou a seres vivos, que podem ser humanos ou não. Na expressão “finitude humana”, o substantivo “finitude” se refere a uma característica universal da condiçã...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Schramm, Fermin Roland
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2012
País:Brasil
Recursos:Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA)
Repositório:Revista Brasileira de Cancerologia (Online)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:rbc.inca.gov.br:article/1436
Acesso em linha:https://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/1436
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Bioética
Cuidados Paliativos/ética
Morte
Assistência Terminal
Bioethics
Palliative Care/ethics
Death
Terminal Care
Muerte
Cuidado Terminal
Descrição
Resumo:A adjetivação (“finito”) pode referir-se a bens, como na expressão “recursos finitos” - que se tornou uma palavra-chave na bioética sanitária - ou a seres vivos, que podem ser humanos ou não. Na expressão “finitude humana”, o substantivo “finitude” se refere a uma característica universal da condição existencial humana, que pode ser indicada também pelo termo vulnerabilidade (do latim vulnus “ferido”), ou seja, o fato de todo ser humano poder ser “ferido”, adoecer e sofrer. Portanto, por estar exposto aos riscos da vida, em sua existência, o indivíduo pode passar da potencialidade – representada pela “vulnerabilidade” - ao ato - e tornar-se “vulnerado”.