| Sumario: | Introdução: O farmacêutico oncológico conforme a resolução RDC 288, de 21 de março de 1996, se tornou uma peça fundamental no processo de farmacoterapia dos pacientes com câncer, pois tem o papel de orientar, assegurar, executar, validar técnicas e processos dos medicamentos antineoplásicos, assim como avaliar os componentes da prescrição médica, quanto à dose, qualidade e interações, trabalhando junto à equipe multiprofissional de terapia antineoplásica e prestando também, orientação farmacêutica aos pacientes, melhorando assim seu processo de recuperação. Diante do exposto, o presente artigo teve como objetivo conhecer e discutir, por meio de levantamento bibliográfico, as contribuições do cuidado farmacêutico ao paciente oncológico.Metodologia: Estudo de revisão bibliográfica, de caráter sistemático, com finalidade integrativa.Resultado: O tratamento terapêutico do paciente oncológico requer a existência de uma equipe multidisciplinar no acompanhamento do paciente durante todo o processo de recuperação, sendo esta constituída por médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, entre outros profissionais. Mais recentemente, o farmacêutico oncológico conquistou seu espaço, se tornando fundamental na qualidade do processo farmacoterapêutico e contribuindo para uma melhora significativa na qualidade dos serviços prestados e minimizando os possíveis erros referentes à farmacoterapia.Conclusão: Diante dos resultados apresentados conclui-se que a participação ativa do farmacêutico aos pacientes em tratamento oncológico, em conjunto com equipe multidisciplinar se faz necessária, pois este profissional possui qualificações para desempenhar papel administrativo e clínico, contribuindo assim, para uma terapia segura aos pacientes em tratamento e também com os membros da equipe.
|