Análise crítica dos vídeos sobre punção venosa periférica com cateter disponibilizados no YouTube

Objetivo: esta pesquisa teve como objetivo caracterizar o conteúdo de vídeos de punção venosa periférica com cateter plástico sobre agulha compartilhados no site YouTube. Métodos: estudo quantitativo, exploratório-descritivo realizado no site YouTube. Foram selecionados 81 vídeos em julho de 2014 qu...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Pereira, Karema da Conceição, Cogo, Ana Luisa Petersen, Silva, Ana Paula Scheffer Schell da
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/150364
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/150364
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Enfermagem
Tecnologia educacional
Cateterismo periférico
Filmes e vídeos educativos
Nursing
Educational technology
Catheterization, peripheral
Instructional films and videos
Internet
Enfermería
Tecnología educacional
Cateterismo periferico
Películas y videos educativos
Descrição
Resumo:Objetivo: esta pesquisa teve como objetivo caracterizar o conteúdo de vídeos de punção venosa periférica com cateter plástico sobre agulha compartilhados no site YouTube. Métodos: estudo quantitativo, exploratório-descritivo realizado no site YouTube. Foram selecionados 81 vídeos em julho de 2014 que apresentavam a execução do procedimento de punção venosa periférica com cateter plástico sobre agulha isoladamente ou associado à terapia intravenosa, disponíveis em português. Os dados foram coletados em visita ao site por meio de download. A seguir, os vídeos foram codificados e organizados no software Microsoft Excel para serem analisados pela estatística descritiva. Resultados: os vídeos caracterizaram-se por terem sido produzidos, na sua maioria, por pessoas físicas (97,53%) e totalizaram 964.041 visualizações, resultando na média de 12.203 visualizações por vídeo, mostrando significativa demanda de usuários. A realização da demonstração do procedimento foi realizada como registro não sistematizado de aula prática (74,07%) e executado em humanos (91,35%). Conclusão: concluiu-se que, pelas inconsistências de conteúdo e inadequações na produção do material digital, muitos vídeos não podem ser indicados para fins educativos. Sugerem-se, para estudos futuros, investigações acerca das formas como os usuários se apropriam desse conhecimento e investimento na produção de materiais digitais de qualidade para que o estudante possa ter fontes confiáveis de consulta na internet.