ESPACIALIZAÇÃO DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO POTENCIAL MENSAL E ANUAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO VACACAÍ – RS, BRASIL
O objetivo, neste trabalho, foi determinar a variação espacial da evapotranspiração potencial média mensal e anual na área da bacia hidrográfica do Rio Vacacaí, estado do Rio Grande do Sul (RS), Brasil. Utilizaram-se imagens SRTM, disponíveis na página eletrônica da EMBRAPA, as quais foram importada...
| Autores: | , , , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | ABClima |
| Repositorio: | Revista Brasileira de Climatologia (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/13777 |
| Acceso en línea: | https://ojs.ufgd.edu.br/rbclima/article/view/13777 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Coordenadas geográficas correlação mapa |
| Sumario: | O objetivo, neste trabalho, foi determinar a variação espacial da evapotranspiração potencial média mensal e anual na área da bacia hidrográfica do Rio Vacacaí, estado do Rio Grande do Sul (RS), Brasil. Utilizaram-se imagens SRTM, disponíveis na página eletrônica da EMBRAPA, as quais foram importadas para o programa computacional ArcMap, versão 10, o que possibilitou a elaboração do mosaico, a delimitação da área da bacia hidrográfica e a geração do mapa hipsométrico da bacia hidrográfica. Procedeu-se a conversão dos pixels para o formato vetorial em pontos, possibilitando, assim, a aquisição dos atributos referentes à altitude, latitude e longitude. Dessa forma, obteve-se, para cada ponto, as respectivas coordenadas geográficas, as quais foram utilizadas no cálculo da evapotranspiração potencial média mensal e anual, a partir de equações de regressão geradas para a sua estimativa. A variação espacial da evapotranspiração potencial média na bacia hidrográfica do Rio Vacacaí, nos meses de outubro a março é condicionada principalmente pela altitude e nos meses de maio a setembro pela latitude e continentalidade. Assim, os valores mais elevados correm na região da Depressão Central e os mais baixos, nas regiões da Serra do Sudeste e do rebordo do Planalto. Constatou-se também que, nos meses mais quentes do ano, as diferenças entre os valores médios extremos são maiores, em função principalmente da maior amplitude espacial da temperatura do ar. |
|---|