Tra esilio, memoria e nostalgia: studi su vita, di Melania Mazzucco

Vita, de Melania Mazzucco (jovem escritora italiana contemporánea), é um romance que trata sobretudo do exílio, (ex-solum, distância da própria terra, emigração) por meio de uma narrativa que mescla ficção, realidade, memória. Escrito em algumas partes em primeira pessoa, o romance possui uma nuance...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Debenedetti, Sara
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2006
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-10082007-161158
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8148/tde-10082007-161158/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Autobiografia
História
Memoria
Memória
Migração
Migrazione
Romance
Romanzo
Storia
Descripción
Sumario:Vita, de Melania Mazzucco (jovem escritora italiana contemporánea), é um romance que trata sobretudo do exílio, (ex-solum, distância da própria terra, emigração) por meio de uma narrativa que mescla ficção, realidade, memória. Escrito em algumas partes em primeira pessoa, o romance possui uma nuance de autobiografia. A ficção se entrelaça com as pesquisas da memória familiar e pessoal da autora, de modo a narrar uma epopéia coletiva, a qual em raríssimos casos encontrou a via da literatura. Vita e Diamante Mazzucco, os protagonistas, são dois jovens italianos que, no início do século XX, junto à multidão que compôs a grande emigração italiana, afrontam a América, a paixão e a vida. Com um enredo aparentemente limitado a um grupo e a um período histórico, os temas presentes na obra apontam para uma questão contraditória, o limite entre a reportagem verídica e a reconstrução ideal dos fatos, entre a memória histórica e a construção narrativa, colocando em evidência situações análogas. A problemática do \"outro\" (Vita e Diamante como representantes dos \"vencidos\", da outra face da história) faz emergir a real alteridade que a literatura - e o romance melhor que outros gêneros - é capaz de trazer à tona, verbalizando aquilo que estava desde muito tempo escondido na memória familiar e, talvez, na memória coletiva