Avaliação de parâmetros de Curva Térmica como preditor de desfechos graves em pacientes oncológicos pediátricos com Neutropenia Febril
Febre e neutropenia continuam sendo complicações frequentes em pacientes pediátricos submetidos à quimioterapia para o tratamento do câncer. Até 80% das crianças com leucemia e 50% das crianças com tumores sólidos vão desenvolver neutropenia febril (NF) durante o tratamento oncológico, sendo a bacte...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/69360 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/1843/69360 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Neutropenia febril Pediatria Criança Fatores de risco Neutropenia Febril Fatores de Risco |
| Sumario: | Febre e neutropenia continuam sendo complicações frequentes em pacientes pediátricos submetidos à quimioterapia para o tratamento do câncer. Até 80% das crianças com leucemia e 50% das crianças com tumores sólidos vão desenvolver neutropenia febril (NF) durante o tratamento oncológico, sendo a bacteremia uma das causas mais importantes da morbilidade e mortalidade devido a graves complicações. O objetivo do trabalho é descrever as características clínicas e a curva térmica de pacientes pediátricos oncológicos (inferior a 17 anos) neutropênicos febris assistidos em hospital de referência, entre 2016 e 2018. A casuística final foi composta por 204 episódios de NF, sendo 51% do sexo masculino, com idade média de 7,4 anos. A temperatura mediana variou de 37,8°C a 39,5°C no período de internação, a temperatura máxima variou de 37,8°C a 41°C, e a média da temperatura máxima foi 38,7°C. Na regressão linear multivariada, apenas o tempo de tratamento apresentou associação para os desfechos Temperatura máxima observada e Tempo de febre. Observa-se que a cada 5 dias de tratamento, há uma redução de 1 dia de febre, e a cada 10 dias de tratamento, uma redução de 1°C na temperatura máxima. Na literatura, há uma escassez de trabalhos que trabalhem um ponto de corte para a predição das complicações. Nesse trabalho, o tempo de tratamento apresentou associação com a temperatura máxima observada e o tempo de febre, sendo que a cada 5 e 10 dias tratamento, reduz 1 de febre e 10 dias de tratamento, respectivamente. A temperatura máxima observada foi maior (0,2°C a 0,3°C) entre os pacientes que tinham CVC, diagnóstico de neoplasia hematológica e mucosite. Trabalhos que estratifiquem os achados desse trabalho, como o tempo de tratamento, tipos de tratamento em relação à curva térmica nos diferentes grupos de risco, podem levar em um melhor entendimento do paciente neutropênicos febril. |
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