O FRONTEAMENTO DE INFINITIVOS E PARTICÍPIOS EM PORTUGUÊS ANTIGO E A HIPÓTESE DO FRONTEAMENTO ESTILÍSTICO | FRONTING OF INFINITIVES AND PARTICIPLES IN OLD PORTUGUESE AND THE STYLISTIC FRONTING HYPOTHESIS

Este texto apresenta uma análise quantitativa e qualitativa (formal) para o problema do fronteamento de infinitivos e particípios em português antigo. A hipótese adotada é que esse movimento é um subcaso de fronteamento estilístico. Os resultados alcançados confirmam as propriedades sintáticas esper...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Andrade, Aroldo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Repositorio:Revista Estudos Linguísticos e Literários (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.ufba.br:article/26805
Acceso en línea:https://periodicos.ufba.br/index.php/estudos/article/view/26805
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Português antigo
Infinitivos
Particípios
Fronteamento
Línguas românicas | Old Portuguese
Infinitives
Participles
Fronting
Romance Languages.
Descripción
Sumario:Este texto apresenta uma análise quantitativa e qualitativa (formal) para o problema do fronteamento de infinitivos e particípios em português antigo. A hipótese adotada é que esse movimento é um subcaso de fronteamento estilístico. Os resultados alcançados confirmam as propriedades sintáticas esperadas; quanto ao aspecto informacional, sugere-se que em alguns contextos há marcação de foco, enquanto noutros há valoração de um traço formal, sem implicar uma interpretação distinta. Finalmente, discutem-se algumas implicações da proposta. Abstract: This text presents a quantitative and qualitative (formal) analysis for the problem of fronting of infinitives and participles in Old Portuguese. The adopted hypothesis is that this movement is a subcase of stylistic fronting. The attained results have confirmed the expected syntactic properties; as for the informational aspect, it is suggested that in some contexts there is focus marking, while in others there is the valuation of a formal feature, without implying a different interpretation. Finally, some implications for the proposal are discussed.