The state of the art of low-temperature thermochronology in Brazil

A termocronologia de baixa temperatura se concentra na compreensão da história térmica da crosta superior, onde ocorrem os processos morfotectônicos. Apresentamos uma compilação robusta (1120 dados em quase 30 anos de pesquisa) de estudos de rastros de fissão e (U-Th)/He e suas implicações para a co...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Tiago Amâncio Novo, Tobias Maia Rabelo Fonte-Boa, Júlia Mattioli Rolim, Ana Carolina Fonseca
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/52340
Acceso en línea:https://doi.org/10.29396/jgsb.2021.v4.n3.4
http://hdl.handle.net/1843/52340
https://orcid.org/0000-0002-1999-862X
https://orcid.org/0000-0002-2105-9154
https://orcid.org/0000-0003-0966-8974
https://orcid.org/0000-0002-9909-5542
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Thermochronology
Thermochronometry
Apatite
Fission-track
(U-Th)/He
Geocronologia
Rochas - Propriedades termicas
Descripción
Sumario:A termocronologia de baixa temperatura se concentra na compreensão da história térmica da crosta superior, onde ocorrem os processos morfotectônicos. Apresentamos uma compilação robusta (1120 dados em quase 30 anos de pesquisa) de estudos de rastros de fissão e (U-Th)/He e suas implicações para a compreensão do desenvolvimento da geomorfologia brasileira. O Brasil tem uma evolução geológica complexa, envolvendo múltiplos episódios orogênicos e tafrogênicos que formaram crátons, orógenos e bacias juntos ao longo do tempo. O conjunto de dados de termocronologia é distribuído de forma inconsistente, a maior parte concentrada nas regiões litorâneas, principalmente na região sudeste; enquanto as porções intracontinentais carecem de estudos. O conjunto de dados disponíveis sugere um cenário de reativação complexo perto da costa para uma situação mais estável no interior. As províncias da Mantiqueira e da Borborema apresentam um grande evento de desnudamento do Cretáceo Inferior e eventos menos importantes de desnudamento do Permiano ao Jurássico e do Paleógeno. As áreas cratônicas apresentam padrões diferenciados, com denudação relacionada ao Devoniano ao Jurássico. Os dados sugerem que a espessura elástica, a rede estrutural e o sistema de drenagem desempenham um papel importante no controle morfotectônico da evolução da paisagem brasileira.