Comportamento biomecânico de implantes retos e angulados sobre cargas axiais e não axiais por análise de elementos finitos e extensometria linear
Este trabalho buscou estudar as microdeformações geradas ao redor de implantes de hexágono externo durante carregamentos axiais e não axiais, variando-se a angulação dos implantes, utilizando a análise por elementos finitos e a extensometria linear como ferramentas. Inicialmente modelos 3D de difere...
| Author: | |
|---|---|
| Format: | master thesis |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2017 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repository: | Repositório Institucional da UNESP |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/148639 |
| Online Access: | http://hdl.handle.net/11449/148639 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Análise por elementos finitos Implantes dentários Prótese fixa sobre implante Finite element analys Dental implants Fixed prosthesis on implants |
| Summary: | Este trabalho buscou estudar as microdeformações geradas ao redor de implantes de hexágono externo durante carregamentos axiais e não axiais, variando-se a angulação dos implantes, utilizando a análise por elementos finitos e a extensometria linear como ferramentas. Inicialmente modelos 3D de diferentes próteses fixas foram construídos a fim de se permitir uma correlação dos resultados encontrados no modelo simplificado com o modelo anatômico e assim validar a geometria da prótese utilizada no estudo. Após a confirmação dos resultados de tensão similar entre as próteses na região dos implantes e do bloco, o modelo da prótese simplificada foi definida como válida. Em seguida, um modelo de bloco de poliuretano foi criado e duplicado. Implantes com conexão de hexágono externo (HE) foram modelados e em um bloco representados perpendiculares à superfície enquanto que em outro bloco foram colocados com inclinação de 17°. Foram modelados também intermediários do tipo mini pilar cônico retos e angulados conforme a inclinação dos implantes. Por último, foi utilizado o modelo de supraestrutura previamente validada para ambos os grupos, na qual a carga foi incidida. Todos os constituintes foram considerados perfeitamente simétricos, sólidos, isotrópicos. Os modelos receberam cargas de 300 N/cm em pontos axiais e não axiais através do software de análise por elementos finitos para se verificar a tensão máxima principal e as microdeformações. Em seguida, através da análise experimental de extensometria, dois blocos de poliuretano foram confeccionados e receberam três HE cada, bem como, respectivos mini pilares cônicos de acordo com a inclinação dos implantes instalados. Então, uma supraestrutura metálica, idêntica ao modelo computacional foi fundida em NiCr e parafusada sobre os implantes com torque de 10 N/cm. Foram aplicadas cargas de 300 N/cm durante 10 segundos em pontos axiais e não axiais. Para mensurar as microdeformações, foram colados quatro extensômetros na superfície de cada bloco tangenciando os implantes. Os dados obtidos foram analisados estatisticamente através dos testes ANOVA e Tukey (α=5%). Os resultados encontrados pela extensometria mostram que existe diferença significante entre o uso de implantes retos ou inclinados (p<0,005) em uma prótese fixa. Através da correlação das metodologias, pode-se observar que o grupo com implantes inclinados atinge picos de tensão acima do limite fisiológico. |
|---|