Preditores de mortalidade intra-hospitalar em pacientes submetidos a cirurgias não eletivas em um hospital universitário : uma coorte prospectiva
Introduc¸ão: Quando comparada a procedimentos eletivos, a morbimortalidade associada às cirurgias de urgência ou emergência é alta. Escores de risco perioperatório identificam o caráter não eletivo como fator independente de complicac¸ões e morte. O presente estudo objetiva caracterizar a populac¸ão...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/188507 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/188507 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Assistência perioperatória Complicações pós-operatórias Mortalidade hospitalar Perioperative care Non-elective surgeries Postoperative complications Hospital mortality |
| Sumario: | Introduc¸ão: Quando comparada a procedimentos eletivos, a morbimortalidade associada às cirurgias de urgência ou emergência é alta. Escores de risco perioperatório identificam o caráter não eletivo como fator independente de complicac¸ões e morte. O presente estudo objetiva caracterizar a populac¸ão submetida a cirurgias não eletivas no Hospital de Clínicas de Porto Alegre e identificar fatores clínicos e cirúrgicos associados à morte em 30 dias no pós-operatório. Metodologia: Coorte prospectiva de 187 pacientes submetidos a cirurgias não eletivas entre abril e maio de 2014 no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Avaliaram-se dados relacionados ao paciente, situac¸ões de risco pré-operatórias e informac¸ões do âmbito cirúrgico. Mensurou-se óbito em 30 dias como desfecho primário. Resultados: A média de idade da amostra foi 48,5 anos; 84,4% dos indivíduos apresentavam comorbidades. O desfecho primário foi observado em 14,4% dos casos, laparotomia exploradora foi o procedimento com maior mortalidade (47,7%). Após regressão logística multivariada, identificaram-se idade (odds ratio [OR] 1.0360, p < 0,05), anemia (OR 3.961, p < 0,05), insuficiência renal aguda ou crônica agudizada (OR 6.075, p < 0,05) e sepse (OR 7.027, p < 0,05) como os fatores de risco relacionados ao paciente significativos para mortalidade, além da categoria cirurgia de grande porte (OR 7.502, p < 0,05). Conclusão: A elevada taxa de mortalidade encontrada pode refletir a alta complexidade dospacientes da instituic¸ão. O conhecimento do perfil dos pacientes atendidos auxilia na definic¸ãode prioridades de gerenciamento, sugere a necessidade de criac¸ão de linhas de cuidado espe-cíficas para grupos identificados como de alto risco, a fim de reduzir complicac¸ões e óbitos noperioperatório. |
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