A variação do objeto direto anafórico na fala dos moradores do Município de Tefé - AM
A presente pesquisa quantitativa analisou o uso do objeto direto anafórico na fala dos moradores do município de Tefé - AM. Além disso, na fala tefeense, foram descritas as variantes do objeto direto anafórico; identificados os grupos de fatores linguísticos e extralinguísticos que influenciaram as...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Amazonas (UFAM) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFAM |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:https://tede.ufam.edu.br/handle/:tede/7792 |
| Acceso en línea: | https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/7792 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Sociolinguística Língua portuguesa - Regionalismos Anáfora (Linguística) Teoria da Variação e Mudança Linguística Tefé (Amazonas) LINGUÍSTICA, LETRAS E ARTES Objeto Direto Anafórico Fala Tefeense |
| Sumario: | A presente pesquisa quantitativa analisou o uso do objeto direto anafórico na fala dos moradores do município de Tefé - AM. Além disso, na fala tefeense, foram descritas as variantes do objeto direto anafórico; identificados os grupos de fatores linguísticos e extralinguísticos que influenciaram as ocorrências das variantes do objeto direto anafórico; e o falar tefeense foi caracterizado pela apropriação mais expressiva de uma das variantes do objeto direto anafórico. A pesquisa se baseou na Teoria da Variação e Mudança Linguística (LABOV, 2008 [1972]). Participaram deste estudo, 12 informantes pertencentes a três faixas etárias: I (18 – 35), II (36 - 55) e III (56 em diante). Em cada faixa etária, havia 2 informantes de ambos os sexos, masculino e feminino, e pertencentes a dois níveis de escolaridade (com 4 a 8 anos de escolarização e com 9 a 11 anos de escolarização). Na análise dos dados, foram levados em consideração os condicionadores linguísticos (animacidade do referente, flexão verbal de número) e extralinguísticos (idade, sexo e escolaridade). Os resultados deste trabalho mostram que a variante clítico acusativo está em desuso na fala da comunidade investigada. Por outro lado, o objeto nulo (ausência do objeto direto) foi a forma mais incidente em todos os grupos de fatores, tanto linguísticos, quanto extralinguísticos; enquanto o pronome lexical (ele[s]/ela[s]) foi a segunda opção de retomada do objeto direto anafórico, e o sintagma nominal (repetição do SN pleno) obteve um menor percentual em todos os contextos. |
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