O PROFESSOR DO FUTURO E OS ALUNOS DO PRESENTE

As Instituições de Ensino insistem em manter um modelo de organização das escolas que já está obsoleto e que não considera a transformação no perfil de seus alunos, não considerando, portanto, a real demanda do século XXI. Um dos motivos dessa prática é a utilização de mão-de-obra docente sem qualqu...

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Detalles Bibliográficos
Autores: MOSER, ALVINO, MORETTO NETO, LUIS, TESSARO, NELIVA TEREZINHA, CASTANHEIRA, NELSON PEREIRA, SANTOS, RODRIGO OTÁVIO DOS
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Kroton Educacional S.A.
Repositorio:Scientia – Repositório Institucional
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.pgsscogna.com.br:123456789/34809
Acceso en línea:https://repositorio.pgsskroton.com//handle/123456789/34809
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Pedagogia
Professor do futuro
Conectivismo
Descripción
Sumario:As Instituições de Ensino insistem em manter um modelo de organização das escolas que já está obsoleto e que não considera a transformação no perfil de seus alunos, não considerando, portanto, a real demanda do século XXI. Um dos motivos dessa prática é a utilização de mão-de-obra docente sem qualquer experiência fora do magistério. As IES ou não dispõem de quaisquer meios digitais para seus alunos ou entregam tablets para os alunos nativos digitais, a geração Net, e mantém docentes com linguagem pré-digital. A pedagogia e a formação dos alunos precisam voltar-se para o indivíduo localizado, com seus desejos e aspirações. Há mudanças na cultura provocadas pelo avanço dos meios digitais que derrubaram o mito de que o professor era o detentor por excelência do saber. As aulas devem partir das necessidades do aluno e por isso neles precisam ser centradas. Como estas gerações prezam acima de tudo sua liberdade e autonomia, um dos princípios norteadores é o construtivismo. É necessário que o professor se reinvente. Os docentes devem