Digestibilidade aparente de dietas para ovinos por meio do indicador externo LIPE®

Foram realizados dois experimentos com o objetivo de avaliar a digestibilidade aparente da matéria seca e dos nutrientes com o uso do indicador externo LIPE® em ovinos alimentados com dietas contendo os seguintes alimentos disponíveis para ruminantes no Agreste de Pernambuco: palma forrageira, resíd...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: SOUZA, Marcos Felipe da Silva
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPE
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:tede2:tede2/6494
Acceso en línea:http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/6494
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Digestibilidade
Matéria seca
Nutrição animal
Ovino
Indicador LIPE
Resíduo agroindustrial
ZOOTECNIA::PRODUCAO ANIMAL
Descripción
Sumario:Foram realizados dois experimentos com o objetivo de avaliar a digestibilidade aparente da matéria seca e dos nutrientes com o uso do indicador externo LIPE® em ovinos alimentados com dietas contendo os seguintes alimentos disponíveis para ruminantes no Agreste de Pernambuco: palma forrageira, resíduo de feijão (experimento 1) e, raspa de mandioca e de capim elefante maduro (experimento 2). Utilizou-se para cada experimento oito ovinos machos Santa Inês, castrados, fistulados no rúmen, com peso médio corporal de 50 kg. Para a estimativa da produção fecal e da digestibilidade aparente dos nutrientes, o método com uso do indicador externo LIPE® foi comparado com o método da coleta total de fezes. O indicador foi fornecido na forma de cápsulas em dosagem de 250mg/animal durante sete dias consecutivos, sendo dois dias de adaptação e cinco dias para realização da coleta de fezes. O consumo de matéria seca (MS) não apresentou diferença entre os tratamentos do primeiro experimento. O consumo dos nutrientes apresentou diferenças estatísticas (P<0,05) para a variável EE (extrato étereo) não apresentando para os demais nutrientes. Em relação à digestibilidade da matéria seca não foi observada diferença estatística (P>0,05) (820,2; 816,1; 799,6; 794,4 g/Kg de matéria seca) entre os tratamentos e também dos nutrientes. O consumo de matéria seca do segundo experimento apresentou diferença (P<0,05) para o tratamento com capim elefante maduro, com o menor valor de consumo (973,61 g/kg dia). O mesmo comportamento foi observado para o consumo dos nutrientes e para a digestibilidade de MS (739,1; 650,5; 749,9; 695,5 g/Kg de matéria seca) e dos nutrientes. Houve diferença estatística (P<0,05) entre a digestibilidade aparente estimada com indicador externo LIPE® para as variáveis MS e MO (matéria orgânica) para os dois experimentos em relação à coleta total de fezes em todos os tratamentos utilizados. A digestibilidade aparente da matéria seca e dos nutrientes foi superestimada quando do uso do LIPE® em relação à coleta total de fezes no segundo experimento.