Ângulo de fase para avaliação de risco de lesão ou cicatrização: uma revisão sistemática

Objetivo: Avaliar a efetividade do ângulo de fase medido por bioimpedância elétrica como preditor para avaliação de cicatrização em pacientes com lesões cutâneas ou risco de desenvolvê-las. Método: Revisão sistemática operacionalizada segundo metodologia Joanna Briggs Institute, recomendações checkl...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: França Mota, Rodrigo, Pompeu Chistovam, Barbara, Brandão de Moraes, Érica, de Souza, Cláudio José, Amorim Moreira, Ana Paula, Oroski Paes, Graciele
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal Fluminense (UFF)
Repositorio:Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:app.uff.br:1/34583
Acceso en línea:https://app.uff.br/riuff/handle/1/34583
https://doi.org/10.17665/1676-4285.20216481
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Ângulo de Fase; Lesão de Pele; Bioimpedância; Lesão Cutânea
Ángulo de Fase; Lesión de la Piel; Bioimpedancia; Lesión Cutánea
Phase Angle; Skin Lesion; Bioimpedance; Cutaneous Lesion
Descripción
Sumario:Objetivo: Avaliar a efetividade do ângulo de fase medido por bioimpedância elétrica como preditor para avaliação de cicatrização em pacientes com lesões cutâneas ou risco de desenvolvê-las. Método: Revisão sistemática operacionalizada segundo metodologia Joanna Briggs Institute, recomendações checklist PRISMA. Amostra contemplou pacientes acima de 18 anos com lesões cutâneas variadas. Resultados: Quatro estudos demonstraram uso do ângulo de fase para desfecho cicatrização, um estudo apontou uma possível relação do ângulo de fase com previsão de surgimento e risco de lesão por pressão. Foram obtidos pontos de cortes para determinadas lesões. Por não ter sido possível metanálise, se propõe a realização de estudos primários sobre o tema deste estudo. Conclusão: Apesar de poucos trabalhos científicos com o tema proposto, conseguiu demonstrar evidência moderada para desfecho cicatrização e baixa para desfecho risco de lesão. Registro no PROSPERO com número CRD420201549.