Le statut de la correspondance dans la première moitié du XVIIe siècle et la correspondance cartésienne

Desde o momento em que Claude Clerselier há apenas vinte anos da morte do filósoforealizou a primeira edição, o epistolário de Descartes está no centro dos interesses dos estudiosos.A sua importância reside no fato de que ele mostra o que se passa nos bastidores, na convicção deque só de tal modo se...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Belgioioso, Giulia
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositorio:Modernos & Contemporâneos
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.ifch.unicamp.br:article/3260
Acceso en línea:https://ojs.ifch.unicamp.br/index.php/modernoscontemporaneos/article/view/3260
Access Level:acceso abierto
Descripción
Sumario:Desde o momento em que Claude Clerselier há apenas vinte anos da morte do filósoforealizou a primeira edição, o epistolário de Descartes está no centro dos interesses dos estudiosos.A sua importância reside no fato de que ele mostra o que se passa nos bastidores, na convicção deque só de tal modo seja possível compreender o que acontece no palco: o epistolário constitui, defato, o húmus que nutriu as teorias expostas por Descartes nos escritos que publicou. O epistoláriomostra qual centralidade no século XVII – na véspera do nascimento dos periódicos científicos –havia no intercâmbio entre cientistas e filósofos, mas também revela a natureza ambígua e o papelda inveja, das divergências e dos erros dos correspondentes. Este artigo põe o epistolário cartesianono interior dos grandes epistolários seiscentistas, bem como reconstrói, ao mesmo tempo, a históriadas suas edições até a última.