Lágrimas nas profundezas : alegorias utópicas em Moby Dick e o nominalismo na obra de William de Ockham

A obra de Herman Melville, Moby Dick, é constituída como uma utopia dentro das circunstâncias condensadas nas personagens da Baleia e do capitão Ahab. A psicanálise, em sua compreensão semântica, cuja implicação envolve o sujeito psíquico, potencializa as singularidades e o coloca ao desafio que ext...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Ketzer, Estevan de Negreiros, Sousa, Edson Luiz Andre de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/98939
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/98939
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Literatura
William, de Ockham, ca. 1285-1349
Melville, Herman, 1819-1891. Moby-Dick
Utopia
Psychoanalysis
Literature
Ockham
Descripción
Sumario:A obra de Herman Melville, Moby Dick, é constituída como uma utopia dentro das circunstâncias condensadas nas personagens da Baleia e do capitão Ahab. A psicanálise, em sua compreensão semântica, cuja implicação envolve o sujeito psíquico, potencializa as singularidades e o coloca ao desafio que extrapola o tempo lógico quando há um encontro na criação utópica. O nominalismo do filósofo inglês Ockham problematiza a dinâmica do conhecimento ao formular um método que corta as explicações excessivas (a navalha) e indaga qual o caminho da apropriação humana no que diz respeito ao campo da discernibilidade dos saberes, trilha esta buscada na obra de Melville.