A ASSISTÊNCIA AOS RECÉM-NASCIDOS ABANDONADOS NA AMÉRICA IBÉRICA, SÉCULOS XVII E XVIII

Desde longas datas, o abandono de crianças recém-nascidas é uma realidade na sociedade ocidental. Sendo assim, o objetivo deste artigo é analisar como ocorreu o processo de assistência aos recém-nascidos abandonados na América Ibérica, espaço que correspondeu aos domínios coloniais de Castela e Port...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Torres de Paula, Thiago Nascimento
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Rondônia (UNIR)
Repositorio:Labirinto (Porto Velho)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:periodicos.unir.br:article/4306
Acceso en línea:https://periodicos.unir.br/index.php/LABIRINTO/article/view/4306
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:América. Recém-nascido. Abandonado
Descripción
Sumario:Desde longas datas, o abandono de crianças recém-nascidas é uma realidade na sociedade ocidental. Sendo assim, o objetivo deste artigo é analisar como ocorreu o processo de assistência aos recém-nascidos abandonados na América Ibérica, espaço que correspondeu aos domínios coloniais de Castela e Portugal nos séculos XVII e XVIII. É necessário apontar, que nos séculos supramencionados, os recém-nascidos abandonados eram recorrentemente denominados de expostos ou enjeitados. O procedimento aplicado na elaboração do trabalho, foi necessariamente uma pesquisa bibliográfica, elencando autores brasileiros, portugueses, espanhóis e hispano-americanos. Por fim, promovendo a possibilidade da existência de um estudo panorâmico sobre as várias modalidades de assistência aos recém-nascidos abandonados nas Américas castelhana e portuguesa.