Os jogos de linguagem e o ensino de filosofia: uma abordagem wittgensteiniana
Este trabalho apresenta uma análise wittgensteiniana de alguns problemas ligados ao ensino de filosofia. Tomando como ponto de partida a difícil relação entre a formação inicial do professor e a cultura escolar, esta dissertação trata as transformações a que a filosofia é submetida na passagem da ac...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-01042015-141345 |
| Acesso em linha: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-01042015-141345/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Ensino de filosofia Filosofia da educação Filosofia da linguagem Jogos de linguagem Language games Persuasão Persuasion Philosophy of education Philosophy of language Philosophy teaching Wittgenstein |
| Resumo: | Este trabalho apresenta uma análise wittgensteiniana de alguns problemas ligados ao ensino de filosofia. Tomando como ponto de partida a difícil relação entre a formação inicial do professor e a cultura escolar, esta dissertação trata as transformações a que a filosofia é submetida na passagem da academia à escola como mudanças nos usos da linguagem filosófica. Esta mudanças são esclarecidas à luz dos conceitos de jogos de linguagem e formas de vida, desenvolvidos na filosofia tardia de Ludwig Wittgenstein, como alternativa a teorias linguísticas referenciais e metafísicas. Examinando os limites das explicações que fundamentam os jogos de linguagem em geral, torna-se compreensível o aspecto do aprendizado dos jogos linguísticos da filosofia que, irredutível à compreensão de razões, reside na vontade do aprendiz que, como tal, só pode ser persuadida. Este é o viés pelo qual será enfrentada a questão didática da motivação dos alunos. Ademais, o problema da persuasão e a atenção aos usos da linguagem filosófica animam, se não um método, uma estratégia de uso da história da filosofia no ensino médio, na qual a história da filosofia se torna uma ocasião para o aluno afrontar os limites do sentido de sua forma de vida. |
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