Sociodemographic and obstetric profile of women undergoing episiotomy after returning to sexual activity
DOI: https://doi.org/10.26694/2238-7234.8138-43 Objetivo: descrever o perfil socioeconômico e obstétrico de mulheres submetidas à episiotomia após o retorno às atividades sexuais. Metodologia: estudo quantitativo com amostra intencional e não‐probabilística de 126 mulheres, atendidas na atenção bási...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Piauí (UFPI) |
| Repositorio: | Revista de Enfermagem da UFPI |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufpi.br:article/539 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufpi.br/index.php/reufpi/article/view/539 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Enfermagem Episiotomia Sexualidade |
| Sumario: | DOI: https://doi.org/10.26694/2238-7234.8138-43 Objetivo: descrever o perfil socioeconômico e obstétrico de mulheres submetidas à episiotomia após o retorno às atividades sexuais. Metodologia: estudo quantitativo com amostra intencional e não‐probabilística de 126 mulheres, atendidas na atenção básica, submetidas ao parto vaginal com episiotomia. Após aprovação do Comitê de Ética, foi aplicado o instrumento com os seguintes dados: idade, raça, moradia, renda e grau de escolaridade, seguido de perguntas acerca de dados obstétricos da participante. Resultados: as entrevistadas eram em sua maioria pardas (33,3%), jovens (M = 24,6anos), em união estável (46,8%) e com relacionamentos recentes (37,3%). As entrevistadas tinham apenas o ensino fundamental e médio, eram donas de casa (56,3%), tinham renda individual inferior a um salário (21,4%), moravam em casas cedidas com mais de quatro cômodos (54%) e com até quatro pessoas (55,6%). Sobre os dados obstétricos, não se identificou gestação gemelar, majoritariamente (80,2%) as mulheres não planejaram a gravidez e apenas 11 (8,7%) delas não realizaram nenhuma consulta pré-natal. Conclusão: evidencia-se a necessidade de prevenir gravidezes não planejadas em mulheres jovens e com baixa renda. Essa realidade pode ser mudada com profissionais da saúde pública engajados e entendendo a sexualidade enquanto necessidade humana básica, além de Políticas públicas eficazes. |
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