A tragédia da cultura na era da técnica : Georg Simmel
Georg Simmel, embora pouco conhecido entre nós, conta-se entre os primeiros críticos ocidentais a pensar o futuro da cultura na era da técnica. Destoando dos juízos correntes em seu tempo (1900), o pensador não viu nesse processo um estágio superior da marcha do progresso, relacionando-o antes com a...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 1999 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositório: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/26555 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/10183/26555 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Cultura Novas tecnologias Simmel, Georg, 1858-1918 : Crítica e interpretação |
| Resumo: | Georg Simmel, embora pouco conhecido entre nós, conta-se entre os primeiros críticos ocidentais a pensar o futuro da cultura na era da técnica. Destoando dos juízos correntes em seu tempo (1900), o pensador não viu nesse processo um estágio superior da marcha do progresso, relacionando-o antes com a crise da cultura para a qual havia nos alertado Nietzsche. As considerações seguintes pretendem dar conta da maneira como sua reflexão sobre a tragédia da cultura que tem lugar em nosso tempo comporta um exame do sentido da técnica que pode nos ajudar a pensar o problema das novas tecnologias de comunicação, após ter se tornado um motivo recorrente nos escritos de vários pensadores da técnica de nosso século, de Oswald Spengler e Heidegger a Jacques Ellul, Yves Barel, Arthur Kroker e Eduardo Subirats. |
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