[fr] ÉTHIQUE ET ESPOIR: UNE PERSPECTIVE CHRÉTIENNE À PARTIR DE PAUL RICOEUR

[pt] Reducionismos de cunho ético desembocam na vida prática do homem ocidental, herdeiro de uma visão ética do mundo e do mal que cristalizou durante séculos uma mentalidade de fundo insuficiente para ajudar a responder as perguntas mais fundamentais do ser humano, tais como: da liberdade, da esper...

Full description

Bibliographic Details
Author: DAVI JOSE DA SILVA
Format: doctoral thesis
Status:Published version
Publication Date:2007
Country:Brasil
Institution:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repository:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:10322
Online Access:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=10322&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=10322&idi=3
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.10322
Access Level:Open access
Keyword:[pt] CULTURA
[pt] AMOR
[pt] ETICA
[pt] FE
[fr] CULTURE
[fr] AMOUR
[fr] ETHIQUE
[fr] FOI
Description
Summary:[pt] Reducionismos de cunho ético desembocam na vida prática do homem ocidental, herdeiro de uma visão ética do mundo e do mal que cristalizou durante séculos uma mentalidade de fundo insuficiente para ajudar a responder as perguntas mais fundamentais do ser humano, tais como: da liberdade, da esperança, da natureza da angústia, da condição do homem no interior do mundo e da história, do real sentido da vida, da relação com os outros, consigo mesmo, com a natureza e com Deus, etc. O presente trabalho tem o objetivo de investigar a crítica ricoeuriana com relação a essa cosmovisão que esvaziou o homem de sua subjetividade e suscitou outros tantos prejuízos no campo da ética. Veremos além dessa crítica, a nova proposta ética que no pensamento do filósofo se chama: ética da exigência de ser e do esforço por existir, a qual, a bem da verdade, considera o homem como um ser que está exprimido entre limites e possibilidades, contingência e aspirações etc, mas que é um ser chamado a articular a finitude com a perspectiva do infinito, orientado pelo princípio esperança que o permite sonhar mundos possíveis de inocência (mas não de ingenuidade), de liberdade (mas não de libertinagem) só porque foi, é e será sempre, um ser de relação para cujo sentido último tem como fundamento esse Ser maravilhoso ao qual chamamos Deus.