Diagnóstico tardio de tetralogia de Fallot – relato de caso

Cardiopatias congênitas são anomalias do aparelho circulatório presentes desde o nascimento, sendo divididas em cianóticas e acianóticas. A Tetralogia de Fallot é a cardiopatia cianótica mais comum, caracterizada por comunicação interventricular, estenose subpulmonar, origem biventricular da valva a...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Guimarães, Thayanne Louzada Ferreira, Guimarães, Wilderi Sidney Gonçalves, Alfaia, Ana Paula Bomfim de Borborema, Teles, Suely Regina da Silva
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2019
País:Brasil
Recursos:Universidade do Estado do Amazonas (UEA)
Repositório:Repositório Institucional da Universidade do Estado do Amazonas (UEA)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ri.uea.edu.br:riuea/5968
Acesso em linha:https://ri.uea.edu.br/handle/riuea/5968
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Tetralogia de Fallot
Cardiopatias Congênitas
Diagnóstico tardio
Insuficiência Cardíaca
Descrição
Resumo:Cardiopatias congênitas são anomalias do aparelho circulatório presentes desde o nascimento, sendo divididas em cianóticas e acianóticas. A Tetralogia de Fallot é a cardiopatia cianótica mais comum, caracterizada por comunicação interventricular, estenose subpulmonar, origem biventricular da valva aórtica e hipertrofia ventricular direita. O diagnóstico costuma ser realizado no primeiro ano de vida devido às manifestações clínicas precoces, na maioria dos casos. Contudo, em alguns casos, a associação de outras malformações cardíacas e falhas no sistema de saúde podem contribuir para realização de diagnósticos tardios, aumentando a probabilidade de prognósticos desfavoráveis. Objetivo: Relatar o caso de um paciente adolescente com diagnóstico tardio de Tetralogia de Fallot, apresentando complicações sistêmicas da cianose. Foi tratado cirurgicamente, evoluindo de forma satisfatória. Conclusão: Apesar dos avanços científicos e tecnológicos na medicina, ainda é possível identificar pessoas em idades avançadas e portadoras de comorbidades graves não diagnosticadas, como as cardiopatias congênitas, resultando em maiores complicações ou até a morte se não diagnosticadas a tempo. Tal fato corrobora a necessidade de conscientização das equipes de saúde para a identificação precoce de casos suspeitos.