Conservação de sementes e ecofisiologia da germinação de Alibertia edulis (Rich) A. Rich. ex DC.

Objetivou-se com este trabalho avaliar o potencial de armazenamento, a germinação e o vigor das sementes de Alibertia edulis (Rich) A. Rich. ex DC., em diferentes embalagens e condições ambientais. Os frutos utilizados foram coletados a partir de dez matrizes localizadas em região de Cerrado na Faze...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Nunes, Danieli Pieretti
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)
Repositorio:Repositório Institucional da UFGD
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:https://repositorio.ufgd.edu.br/jspui:prefix/549
Acceso en línea:http://repositorio.ufgd.edu.br/jspui/handle/prefix/549
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:CNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIA
Cerrado - flora
Alibertia edulis
Rubiaceae
Estresse osmótico
Osmotic stress
Descripción
Sumario:Objetivou-se com este trabalho avaliar o potencial de armazenamento, a germinação e o vigor das sementes de Alibertia edulis (Rich) A. Rich. ex DC., em diferentes embalagens e condições ambientais. Os frutos utilizados foram coletados a partir de dez matrizes localizadas em região de Cerrado na Fazenda Santa Madalena em Dourados, MS e levados para o Laboratório de Nutrição e Metabolismo de Plantas da UFGD. Após o processamento dos frutos as sementes foram divididas em duas amostras, sendo uma parte semeada imediatamente. A outra amostra foi acondicionada em embalagem de papel alumínio, saco plástico (espessura 0,25 mm) e vidro com tampa rosqueável, mantidos em câmaras reguladas nas temperaturas de 5 e 10ºC sob luz branca constante durante 7 e 21 dias. Após, as sementes foram semeadas em bandejas de 128 células e avaliada quanto à emergência, índice de velocidade de emergência, comprimento de raiz e parte aérea, diâmetro de colo, massa seca de raiz e da parte aérea, índice de clorofila, área foliar e índice de qualidade de Dickson, para o experimento de ecofisiologia da germinação das sementes, estas, foram semeadas em placas de petri, forradas com duas folhas de papel germitest® e mantidas em câmaras tipo B.O.D. regulada as temperaturas de 15, 20, 25 e 30°C e incubadas na presença e na ausência de luz. Foi avaliada a germinação, o índice de velocidade de germinação, comprimento médio da parte aérea e raiz, massa seca da parte aérea e da raiz. Para avaliar o estresse salino, as sementes placas foram umedecidas com 10 ml de soluções salinas de KCl, NaCl e CaCl2 nos potenciais osmóticos de 0,0 (controle); -0,4; -0,8; -1,2; -1,6; -2,0 MPa durante 40 dias. Foram avaliados a germinação, o índice de velocidade de germinação, comprimento médio da parte aérea e raiz, massa seca da parte aérea e da raiz e a relação massa seca da raiz/massa seca da parte aérea. Para todos os experimentos o delineamento foi o inteiramente casualizado com 4 repetições de 25 sementes cada. Sementes recém processadas apresentaram maior potencial germinativo das sementes foi quando foram recém-processadas entretanto, sendo necessário o armazenamento, este deve ser realizado em embalagens de alumínio ou vidro por 7 dias a 5°C. As sementes são indiferentes à luz, sendo que a melhor temperatura para germinação foi a 25°C, os sais foram prejudiciais a todas as características sendo que o KCl foi menos prejudicial à germinação e ao CPA.