As ideologias da economia positiva: tecnocracia, laissez-faire e as tensões dos argumentos metodológicos de Friedman
O objetivo deste artigo é abordar algumas conexões entre o ensaio clássico de metodologia de Milton Friedman e a ascensão do pensamento neoliberal. Nesse sentido, reconstrói-se brevemente os argumentos metodológicos de Friedman e se reinterpreta o debate acerca deles. A ên...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Estudos Econômicos (São Paulo) |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/56412 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/ee/article/view/56412 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Friedman instrumentalism realism postwar economics Habermas Friedman. Neoliberalismo Metodologia Tecnocracia Laissez-faire |
| Sumario: | O objetivo deste artigo é abordar algumas conexões entre o ensaio clássico de metodologia de Milton Friedman e a ascensão do pensamento neoliberal. Nesse sentido, reconstrói-se brevemente os argumentos metodológicos de Friedman e se reinterpreta o debate acerca deles. A ênfase recai sobre as tensões entre instrumentalismo e realismo ou pragmatismo, e entre empiricismo e a defesa da teoria dos preços de Chicago. Tais tensões são, então, relacionadas com uma tensão que é inerente ao neoliberalismo, entre tecnocracia e laissez-faire. O argumento apresentado pretende contribuir para preencher a lacuna entre a literatura recente sobre o neoliberalismo e aquela mais antiga sobre o ensaio de metodologia de Friedman. |
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